O furacão espacial detectado pela 1ª vez na Terreno – 08/03/2021

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Cientistas observaram um sorvedoiro de muro de 1.000 km de largura a uma fundura de centenas de quilômetros.

Cientistas nunca viram um furacão porquê levante.

Furacões ocorrem nas camadas mais baixas da atmosfera, mas nunca haviam sido detectados na subida atmosfera. Até agora.

Uma equipe internacional de cientistas liderada pelo professor Qing-He Zhang, da Universidade Shandong, no leste da China, fez a primeira reparo desse fenômeno.

"Estamos observando um fenômeno com características de furacão na atmosfera superior sobre o pólo setentrião magnético, que chamamos de furacão espacial", disse o professor Zhang à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Embora tenha havido teorias sobre a existência desses furacões nas camadas superiores da atmosfera terrestre, é a primeira vez que sua existência foi confirmada.

O estudo sobre a invenção foi publicado na revista Nature Communications.

Elétrons em vez de chuva

Os cientistas descreveram o furacão porquê um turbilhão de plasma com murado de milénio quilômetros de largura e localizado a centenas de quilômetros de profundeza. As observações de plasma foram feitas a respeito de 860 km da superfície da Terreno.

'Passamos cerca de dois anos estudando milhares de imagens', diz o professor Qing-He Zhang - Cortesia de Qing-He Zhang - Cortesia de Qing-He Zhang

'Passamos murado de dois anos estudando milhares de imagens', diz o professor Qing-He Zhang

Imagem: Cortesia de Qing-He Zhang

"Até agora, não havia certeza da existência de furacões de plasma, logo ser capaz de provar que eles existem com esta reparo é incrível", disse Mike Lockwood, observador espacial da Universidade de Reading, na Inglaterra, que também esteve envolvido no estudo.

O plasma é um gás no qual, devido a fortes colisões em subida temperatura, os átomos se separaram e os elétrons negativos e os íons positivos se movem livremente.

"O furacão espacial é caracterizado por uma estrutura lesma com múltiplos braços porque precipita elétrons em vez de chuva, uma possante circulação de plasma com fluxo nivelado zero no meio (o olho do furacão) e um enorme fluxo e deposição de robustez e velocidade em direção à ionosfera polar."

A ionosfera é uma secção muito ativa da atmosfera que se sobrepõe às camadas da atmosfera chamadas mesosfera, termosfera e exosfera.

A ionosfera cresce e encolhe dependendo da força que absorve do sol.

Seu nome se deve ao indumento de que os gases são agitados pela radiação solar e formam íons ou átomos eletricamente carregados.

Partes da ionosfera se sobrepõem à magnetosfera da Terreno, que é a espaço ao volta de nosso planeta na qual partículas carregadas experimentam o campo magnético da Terreno.

O estudo de furacões espaciais pode ajudar a entender as conexões entre a ionosfera terrestre e o campo magnético - Science Photo Libray - Science Photo Libray

O estudo de furacões espaciais pode ajudar a entender as conexões entre a ionosfera terrestre e o campo magnético

Imagem: Science Photo Libray

Oito horas

O furacão espacial observado pela equipe durou murado de oito horas.

"Neste estudo, apresentamos a reparo de um furacão espacial de longa duração, enorme e energético na ionosfera sobre o pólo setentrião magnético, que depositou robustez do vento solar e da magnetosfera na ionosfera ao longo de um período de várias horas", o estudo registra.

O vento solar é a fluente de partículas carregadas liberadas da secção superior da atmosfera do Sol, chamada de diadema solar.

'Milhares de imagens'

A confirmação do furacão espacial foi baseada em observações de satélite de 2014.

"Meu grupo de pesquisa na Universidade de Shandong se concentra principalmente na conexão da ionosfera e da magnetosfera, e seus impactos nas condições meteorológicas e espaciais", disse o professor Zhang.

"Meu aluno e eu passamos muro de dois anos estudando milhares de imagens de auroras observadas por satélites DMSP nos últimos 15 anos e encontramos dezenas de casos com características de furacões espaciais, alguns não tão claros. O caso que mostramos no estudo é o melhor."

O DMSP ou Programa de Resguardo de Satélites para a Meteorologia (Defense Meteorological Satellite Program) monitora as características meteorológicas, oceanográficas e físicas solares para o Departamento de Resguardo dos Estados Unidos.

O furacão espacial 'de longa duração, enorme e energético' depositou energia do vento solar e da magnetosfera na ionosfera durante um período de várias horas - Zhang et al  - Zhang et al

O furacão espacial 'de longa duração, enorme e energético' depositou vigor do vento solar e da magnetosfera na ionosfera durante um período de várias horas

Imagem: Zhang et al

Fenômeno generalidade

"A presença de plasma e campos magnéticos pode ser vista na atmosfera de outros planetas no universo, logo furacões espaciais podem ser um fenômeno generalidade", observou Lockwood.

No espaço, os astrônomos detectaram furacões em Marte, Saturno e Júpiter, que são semelhantes aos furacões na baixa atmosfera da Terreno. Existem também gases que giram em formações espirais gigantescas na atmosfera solar, e são conhecidos porquê tornados solares.

No entanto, nenhum furacão foi detectado na subida atmosfera em qualquer um dos planetas de nossa heliosfera.

Impacto nas comunicações

O estudo do furacão espacial ajudará a entender melhor as interações entre o vento solar, a magnetosfera e a ionosfera em condições de baixa atividade geomagnética, explicou o professor Zhang.

"Geralmente, acredita-se que a transferência de robustez do vento solar e plasma para a ionosfera é muito fraca quando a atividade geomagnética é baixa. Nascente estudo indica que mesmo em condições geomagnéticas extremamente calmas há deposição de robustez comparável àquela que ocorre em supertempestades."

"Isso sugere que os indicadores de atividade geomagnética não representam adequadamente a atividade dramática dentro dos furacões espaciais, que estão mais ao setentrião do que os observatórios do índice geomagnético."

Um melhor entendimento de furacões porquê o observado também é fundamental por seus efeitos nas comunicações de rádio de subida frequência, causando distúrbios nessa modalidade, e por conta de erros na navegação por satélite e nos sistemas de informação que também acarretam, disse o professor Zhang.

Para o perito da Universidade de Shandong, a primeira reparo de um furacão espacial levanta muitas questões.

"Nascente estudo é exclusivamente o primícias", disse ele.

"Há muitas questões em descerrado, porquê: o que controla a rotação dos furacões espaciais? Essas tempestades espaciais são sazonais porquê seus equivalentes tropicais? Os furacões espaciais podem ser previstos porquê os eventos climáticos da Terreno?"

"Esperamos continuar nossas investigações para responder a algumas dessas perguntas e continuar a aprender com as respostas."


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