Fabiana ‘cutuca’ CBV e se manifesta contra termo ‘denigre’ e teoria de increpação

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Medial postou mensagem em suas redes sociais depois incidente envolvendo Carol, desportista do vôlei de praia

Um dia depois de ver toda a repercussão causada com nota de repúdio da CBV, a meão Fabiana, uma das maiores atletas do vôlei de quadra do Brasil em todos os tempos, se manifestou. Sua indignação ficou por conta do termo 'denegrir', usado pela entidade que rege o vôlei, em expedido contra atitude da desportista Carol, do vôlei de praia.

No domingo, a jogadora gritou 'Fora Bolsonaro' durante entrevista depois permanecer com a medalha de bronze na 1ª lanço do Rodeio pátrio de vôlei de praia. A CBV afirmou que a atitude de Carol 'denigre' a imagem do esporte, prometendo adotar 'medidas cabíveis'. 

"Difícil entender o que aconteceu. Primeiro, denegrir é uma termo de cunho racista e não deveria ser usado em qualquer situação. Estamos lutando dia após dia contra atos racistas, fazendo campanhas educativas e protestos, então seria ótimo repensar o uso de certos termos. Com isso já deixo a dica de além de denegrir não usem 'lista negra', 'mulata', 'mercado preto', 'a coisa tá preta', 'serviço de preto', entre outras mais", comentou a jogadora, mineira de Santa Luzia. 

Em seguida, Fabiana reforçou a preço da liberdade de frase, indo contra a teoria da CBV de tentar reprochar manifestações políticas.  "Vivemos (ainda) em um país democrático, em que atletas ou qualquer ser humano pode expressar suas convicções, desde que elas não sejam ofensivas, criminosas ou que faltem com reverência. Temos que ter muito desvelo com a increpação ou flerte com a volta dela, precisamos estar atentos aos nossos direitos enquanto cidadãos. Portanto, não foi muito feliz a nota escrita pela CBV. Eu, porquê desportista preta, que muito conquistei e representei esse país em todo mundo, não posso me emudecer diante das coisas que vejo. Sempre vou concordar a democracia, as liberdades individuais e mormente todo escora a justificação contra o racismo estrutural e diário que ainda insistimos em conviver achando “normal", escreveu. 

A postagem recebeu centenas de comentários aprovando a atitude da jogadora, ainda sem definir seu próximo clube na temporada 2020/2021. 
 

 

 

Difícil entender o que aconteceu. Vamos por partes. Primeiro, denegrir é uma termo de cunho racista e JAMAIS deveria ser usado em qualquer situação. Estamos lutando dia após dia contra atos racistas, fazendo campanhas educativas e protestos, então seria ótimo repensar o uso de certos termos. Com isso já deixo a dica de além de denegrir não usem “lista negra”, “mulata”, “mercado preto”, “a coisa tá preta”, “serviço de preto”, entre outras mais. Segundo, vivemos (ainda) em um país DEMOCRÁTICO, em que atletas ou qualquer ser humano pode expressar suas convicções, desde que elas não sejam ofensivas, criminosas ou que faltem com reverência. Temos que ter muito desvelo com a increpação ou flerte com a volta dela, precisamos estar atentos aos nossos direitos enquanto cidadãos. Portanto, não foi muito feliz a nota escrita pela CBV. Eu porquê desportista preta, que muito conquistei e representei esse país em todo mundo, não posso me emudecer diante das coisas que vejo. Sempre vou concordar a democracia, as liberdades individuais e mormente todo esteio a justificação contra o racismo estrutural e diário que ainda insistimos em conviver achando “normal”. #blacklivesmatter #vidaspretasimportam #liberdade

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