Dois são presos em Santa Luzia com drogas de Afeganistão, Paquistão e Marrocos

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Suspeitos alegaram à polícia que as drogas seriam vendidas em bairros nobres de BH e em festas rave; eles teriam comprado as substâncias pela internet

Afeganistão, Paquistão, Marrocos e Jamaica são exclusivamente algumas das origens de drogas encontradas em uma loja de celulares em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, e em uma lar na região de Venda Novidade.

Apesar da pouca quantidade apreendida, as porções de skunk, também espargido porquê "supermaconha", haxixe, ecstasy e MDMA estão avaliadas em R$ 300 milénio. O diferencial que justifica o proeminente dispêndio, para os militares que atenderam a ocorrência, está na qualidade da droga comercializada pelos dois suspeitos, que têm 28 e 30 anos. 

Os criminosos acabaram presos na noite dessa quinta-feira (5) depois uma operação da Polícia Militar. Os agentes receberam a informação de que um carregamento de drogas caras havia chegado a uma loja para conserto de celulares na avenida Brasília, no bairro São Benedito, e logo montaram um esquema para surpreender os suspeitos.

"Nós preparamos uma operação e deslocamos para o lugar. Chegando lá, realizamos buscas e encontramos murado de 5 kg de maconha tipo skunk, que é uma maconha mais elitizada, e balanças de precisão. Um dos suspeitos (o possessor da loja) nos levou até a moradia dele, lá encontramos 1 kg de haxixe marroquino e paquistanês, 112 comprimidos de ecstasy, três pedras brutas de MDMA, uma estufa e outros materiais para cultivo de droga", detalha o tenente Rocha Júnior, adiante da ocorrência. 

Do lado de fora, próximo ao muro da lar deste suspeito, foi apreendido um revólver calibre 32. No entanto, não foi provável vincular a posse da arma ao varão recluso. 

Droga seguiria para bairros nobres

À polícia, os dois suspeitos confessaram ser os proprietários da droga e declararam ter recebido todos os entorpecentes por um serviço de entrega através dos correios. Eles teriam comprado as substâncias pela internet. 

"As origens das drogas estão nas embalagens. Os dois disseram que o carregamento chegou ontem mesmo (quinta-feira). Eles contaram que armazenariam as substâncias para depois partilhar", explica o tenente.

Os suspeitos declararam ainda que os entorpecentes seriam vendidos para moradores de bairros nobres de Belo Horizonte e para frequentadores de festas conhecidas porquê "raves". 

"Nós sabemos que a quantidade apreendida da droga está estimada em R$ 300 milénio. Porquê é uma droga mais elitizada, usada na subida sociedade, o preço por grama dela é ressaltado", conclui. 


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