2020 só será um ano perdido se você deixar – Era Negócios

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Coronavírus, quarentena, isolamento (Foto:  Justin Paget via Getty Images)

Com ou sem pandemia, dentro ou fora do confinamento, ele vai seguir acontecendo. Independentemente do que você espera (Foto: Justin Paget via Getty Images)

Não existe ano perdido. O ano acontece, independentemente do que você espera dele. O sol continuará nascendo e se pondo com a mesma intensidade. Abelhas persistirão fabricando mel, tubarões reinarão nos mares e a chuva cairá onde tem de desabar.

Bebês virão à luz e o racismo, a depravação e os ódios não desaparecerão.

2020 continuará a sua marcha, apesar dos muitos pesares.

A vida independe dos nossos problemas para sobrevir, do isolamento social, do comportamento antissocial e de todos os vírus que circulam e matam neste planeta azul e de superfície muito arredondada.

Tenho visto se multiplicarem as manchetes que afirmam que “2020 já é um ano perdido”.

Será mesmo?

Exceto a única exceção provável, as 30 milénio vidas ceifadas no Brasil pelo novo coronavírus e a dor das famílias enlutadas, para as quais não haverá indemnização, tudo, absolutamente tudo nessa pandemia, merece um outro prisma.

Na senda do autodesenvolvimento, existe um caminho imaginável que não explica o que vivemos, porém, alivia: o da aprendizagem. Não aquela descrita no léxico, “o processo pelo qual as competências, habilidades, conhecimentos, comportamento ou valores são adquiridos ou modificados, porquê resultado de estudo, experiência, formação, raciocínio e reparo”, e sim o da aprendizagem das atitudes, do skin the game, do “face a tapa”.

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Porque se a covid-19 nos impôs exclusivamente três possibilidades – sucumbir, estagnar ou crescer –, você ainda pode escolher de qual estatística irá fazer secção.

Pessoas e empresas que admiramos por sua força e resiliência se fundaram no inverno, nos períodos complexos, quando as bombas caíam sobre as suas cabeças (às vezes, literalmente), porquê estão caindo agora.

E isto não significa que não devemos chorar as centenas de milhares famílias atiradas covardemente na pobreza pela porta do desemprego. Ou lamentar a morte de negócios de todos os tamanhos e segmentos – uns em seus primeiros dias de vida, massacrando sonhos e expectativas.

Vamos todos perder. Aliás, já perdemos. Na guerra, não há vencedores.

O que fará a diferença não será se ou porquê ficaremos impactados, e sim porquê nós transmutaremos.

O jogo é outro, novas regras, comportamentos, expectativas e intenções. A hora é de gerar, inovar, se reinventar, transformar. O Novo Normal vai gerar oportunidades para quem decidiu determinar.

Aquele que o fizer atravessará a negrume e celebrará um novo amanhecer.

*Marc Tawil é empreendedor e estrategista de informação. É head da Tawil Informação, Nº 1 LinkedIn Brasil Top Voices & Live Broadcaster e apresentador do podcast Autoperformance, na Rádio Jovem Pan. É também responsável de HarperCollins Brasil, editora pela qual publica, em 2020, o livro “Seja Sua Própria Marca”.


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