Um dia depois recuo no negócio, meio de BH fica pleno na manhã deste sábado

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Comerciantes de estabelecimentos não essenciais aproveitam dia para venda; a partir da próxima segunda-feira, eles precisarão fechar as portas

Um dia depois a Prefeitura de Belo Horizonte recuar na início do negócio, o meio de Belo Horizonte ficou pleno na manhã deste sábado (27). A partir da próxima segunda-feira (29), estabelecimentos que não prestam serviços essenciais não poderão funcionar. 

Com seis lojas de armarinho e lingerie na capital mineira, Carlos Henrique Lopes, de 47 anos, está preocupado com o horizonte do negócio. "No início da pandemia, nós fizemos um planejamento contando com 60 dias de fechamento, e agora essa surpresa. Estamos com gasto desnecessário e com as portas fechadas. A queda no faturamento é de 40%", explicou o empresário, que ficou um mês com as portas abertas. 

Segundo ele, em seguida a decisão anunciada pelo prefeito Alexandre Kalil, o movimento aumentou. 

"Durante a fenda que nos foi concedida, o horário das 18h às 19h era um deserto. Ontem, depois da divulgação pelo prefeito o movimento foi maior", afirmou Lopes, que precisou eximir seis funcionários que estavam em tempo de experiência. 

Aos 70 anos, dona Elisa Cássia saiu de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, para comprar no armarinho de Lopes, na rua São Paulo. 

"Vim correndo depois que vi na televisão que ia fechar 'tudo' outra vez. Preciso comprar uma risco e uma agulha e o preço cá é melhor. Depois vou voltar para Santa Luzia", explicou a idosa, enquanto aguardava na fileira.

Gilberto Santana é gerente em uma loja de têxtil também no meio da capital. O lugar tem 15 funcionários que, a partir de segunda, vão precisar permanecer em morada.

"O prejuízo é incalculável. A gente tinha a esperança de manter a loja ocasião, todo mundo quer isso. Não pensei que poderia recuar. Estamos conseguindo manter os funcionários, mas ficamos preocupados. Os clientes sumiram", afirmou. 

Corrida ao negócio

A médica Vânia Magalhães, de 60 anos, saiu de lar para comprar alguns produtos na Galeria do Ouvidor, e concordou com a medida adotada pela prefeitura. 

"Acho que é uma medida importante, mas outras coisas precisam ser feitas. O importante era não ter deixado o vírus entrar. Acho que as orientações básicas não são passadas corretamente, questão de limpeza, de proteger os idosos. Todo o conjunto precisa ajudar", finalizou.


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