ABL firma convénio inédito com academias de países africanos

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Fernando Frazão/Agência Brasil Intenção é promover conferências e mesas redondas virtuais Fernando Frazão/Dependência Brasil

A Ateneu Brasileira de Letras (ABL) firmou o primeiro convénio de cooperação e amizade com instituições similares africanas. O presidente da ABL, Marco Lucchesi, disse hoje (16) à Filial Brasil que o protocolo assinado constitui um indumento inédito e marca a grande proximidade que existe entre o Brasil e a África.

O combinação envolve as academias Angolana de Letras, de Ciências de Moçambique, Caboverdiana de Letras, São-tomense de Letras, além da Ateneu de Ciências de Lisboa e da ABL. “Foi um protocolo reciprocamente, bastante franco, e nos permite sonhar, quando for necessário, mas, sobretudo, ele tem o paisagem simbólico muito importante de proximidade com a África”, afirmou Lucchesi.

Foram levantadas várias perspectivas práticas de colaboração entre as academias. Entre elas, a publicação mútua de obras dos acadêmicos, “o que já vai dando uma circulação sanguínea de ideias, de formas de ver o mundo, de contribuições”, disse Lucchesi. Há intenção também de promover conferências e mesas redondas virtuais nos diversos países para assuntos de interesse generalidade.

O presidente da ABL destacou que espera o surgimento de novas ideias, porquê publicações conjuntas, em seguida o período de pandemia da covid-19.

Marco Lucchesi avaliou que, no atual cenário, o concórdia é motivo de grande esperança. “Neste momento tão difícil de colecionar sonhos ou de projetar ideias para o horizonte, porque o presente está muito pesado, a meta é atravessarmos a espessura do presente e planejarmos diversas ações para já e, com o final da pandemia, se Deus quiser, fazermos aproximações físicas, inclusive”.

Reunião pela internet

Segundo Lucchesi, a reunião para firmar o tratado não foi simples de se viabilizar pela internet tendo em vista os fusos horários diferentes e o envolvimento das academias com os compromissos em seus países diante da pandemia do novo coronavírus, das quais combate é mais possante em algumas regiões do que em outras.

“Não foi simples. Mas fomos todos tomados por uma grande alegria e um libido de cooperação”, comentou.

Ele lembrou que, desde um concordância assinado com a Marinha, em 2018, têm sido doados livros de escritores brasileiros para os países de língua portuguesa. “Assim vamos construindo uma rede de proximidade de uma mesma língua, expressa em diversas formas. Mas é sempre esse legado generalidade”.

ABL e Câmara

Internamente, no Brasil, a ABL e a Livraria da Câmara dos Deputados estão realizando doações de livros a comunidades carentes, mais desprotegidas e vulneráveis, em todo o país, além de hospitais. A ação integra combinação de cooperação assinado em 2019 entre a Câmara Federalista e a ABL, com o objetivo de desenvolver ações conjuntas para disseminação da cultura pátrio e promoção de ações de valorização da leitura.

Até o momento, já foram distribuídos muro de 70 kits com 12 livros novos cada, da Editora Câmara. Nessa primeira leva, foram atendidas comunidades de Belém (PA), Porto Contente e Eldorado do Sul (RS), São Luis (MA), Fortaleza e São Gonçalo do Amarante (CE), Mauá, Guarulhos e São Paulo (SP), Salvador (BA), Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes (PE), Sabará, Betim, Belo Horizonte e Santa Luzia (MG), Paraty, Novidade Iguaçu e Duque de Caxias (RJ).

O presidente da ABL destacou que, durante a pandemia, as comunidades mais vulneráveis precisam de comida e de medidas de profilaxia. “Mas nós entendemos que o livro também pode fazer secção tanto de uma forma, porquê de outra. O livro dentro da cesta básica. Toda vez que for provável associar cesta básica ao livro, nós trabalhamos com duas fomes: a lazeira dramática que, infelizmente, o nosso povo está vivendo, e a lazeira de leitura. Uma coisa não exclui a outra”.

Quando essa associação não é provável, a parceria entre a ABL e a Livraria da Câmara dos Deputados destina as doações para formação de bibliotecas em centros universitários, centros preparatórios de enfermeiros, asilos e bibliotecas comunitárias. “Por enquanto, estamos perto de 70 kits, mas vamos ampliar no território pátrio. Queremos ampliar isso drasticamente”, disse Lucchesi.


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