Tradição de Natal em Minas Gerais, presépios tiveram que se ajustar Jornal Pátrio

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Uma das tradições do Natal em Minas Gerais teve que se conciliar em 2020 por pretexto da pandemia.

De tanto montar presépios, dona Íria e seu João começaram a gerar versões para o cenário do promanação de Jesus. Em um esquina, tudo se passa na África. Em outro, em uma quinta mineira. Mas a história também está contada porquê manda a tradição - e com 1.500 peças.

“Aprendi com meu marido, que monta presépio desde os sete anos de idade. Ele montava cá na moradia de umas senhoras idosas, aprendeu com elas. Aprendeu, por exemplo, a técnica de fazer o lago, para dar teoria de que é chuva; 60 anos, eu aprendi muito com ele. Aprendi a gostar e presépio”, conta Íria de Castro Silva, aposentada.

Na histórica Santa Luzia, visitar presépios é um passeio turístico que, em 2020, está um pouquinho dissemelhante. No santuário, quatro visitantes de cada vez vão poder caminhar pelo presépio que ocupa todo o altar.

“Santa Luzia é uma cidade tricentenária que tem uma tradição muito formosa dos presépios. Temos objetos que lembram a quinta mineira - porquê monjolo, poço, o serrador - e as imagens sacras que são comuns em qualquer presépio”, diz Padre Felipe Lemos de Queiroz, reitor do Santuário Arquidiocesano Santa Luzia.

Mais de 40 casas fazem secção do rotação dos presépios. Na cidade, as casas sempre ficaram abertas para visitação. Mas agora, por motivo da pandemia, os moradores tiveram que se adequar. Eles montaram presépios muito pertinho das janelas, porque da rua mesmo todo mundo pode espionar.

Os móveis da sala foram retirados e, no lugar, a Goretti montou o presépio. Cenas da vida rústico também ganham movimento. Em um ano tão provocador para o mundo inteiro, a magia de simbolizar essa história encanta e permanece.

“Esses dias que nós estamos montando, várias pessoas já pararam na porta e cá na janela e ficaram olhando a gente até na montagem do presépio. Cada um faz dissemelhante, ninguém faz presépio igual. E todos são lindos”, conta a economista Maria Goretti Gabrich.


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