Sony retira Cyberpunk 2077 da PlayStation Store por bugs

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Ina FASSBENDER A Sony anunciou nesta sexta-feira que retirou o videogame Cyberpunk 2077 de sua plataforma de vendas online PlayStation Store em todo o mundo, no objetivo de preservar a Ina FASSBENDER

A Sony anunciou nesta sexta-feira (18) que retirou o videogame Cyberpunk 2077 de sua plataforma de vendas on-line PlayStation Store em todo mundo, no objetivo de preservar a "satisfação do cliente", em meio a uma chuva de críticas por culpa da quantidade de falhas técnicas no jogo.

"A Sony Interactive Entertainment (SIE) se esforça para prometer um cume nível de satisfação de seus clientes e, por consequência, vamos iniciar a oferecer reembolsos" aos jogadores, publicou a separação de videogames da Sony em seu site nos Estados Unidos.

Criado pelo estúdio polonês CD Projekt RED e lançado no mundo em 10 de dezembro, o jogo será retirado da loja on-line "até novo aviso", completa o enviado.

Um porta-voz da SIE Japão confirmou à AFP que a retirada do jogo e o reembolso aos jogadores será aplicado "em todo mundo".

Em seguida o pregão, as ações da Sony na Bolsa de Tóquio permaneciam no azul, com lucro de 2,29%, a 10,255 ienes, em torno das 4h30 GMT (1h30 em Brasília). Nesse horário, o índice Nikkei caía 0,15%.

No início das operações, a ação chegou a lucrar mais de 5%, em meio às altas expectativas dos investidores com as vendas de seu novo console PlayStation 5 na temporada de Natal.

A Microsoft, que comercializa os consoles do Xbox, ofereceu reembolso a qualquer pessoa que tenha comprado a versão do dedo do Cyberpunk 2077 de sua loja virtual, mas não anunciou a retirada do jogo. "Sabemos que os desenvolvedores do CD Projekt RED trabalharam duro para finalizar o Cyberpunk 2077 em circunstâncias mormente difíceis, mas também estamos cientes de que alguns jogadores estão insatisfeitos com a experiência atual nos consoles mais antigos", postou o serviço de atendimento ao cliente do Xbox.

- Caso de epilepsia -

O Cyberpunk 2077, videogame distópico muito esperado, leva ao limite o que é tecnicamente provável nos dias de hoje, de congraçamento com a prelo especializada. O jogo foi "aclamado universalmente" pela sátira, de convénio com o site metacritic.com.

Muitos criticam seus erros e bugs, porém, e alguns sugerem que os consumidores esperem alguns meses para comprar o jogo, na esperança de que os problemas sejam reparados.

O lançamento do jogo foi posposto duas vezes neste ano e os desenvolvedores se viram obrigados a colocar alertas quando um dos críticos sofreu um ataque epiléptico ao jogar.

Os atrasos, justificados pelo estúdio pela dificuldade de fabricar um universo tão largo para os diferentes formatos de jogo, e pelas complicações de trabalhar durante a pandemia, geraram muitas críticas. Lançadas em novembro, as versões melhoradas para os últimos consoles PlayStation 5 e Xbox Series ainda não estão disponíveis.

O estúdio CD Projekt RED pediu desculpas na segunda-feira e prometeu "resolver os bugs", com correções anunciadas para janeiro e fevereiro, no objetivo de "melhorar a experiência". A empresa também propôs reembolsar os jogadores que não desejarem esperar.

Em nota aos investidores publicada hoje, o estúdio disse que conversou com a Sony sobre o reembolso aos jogadores que assim solicitarem.

"Não acho que tenhamos visto zero parecido na indústria dos videogames", tuitou Daniel Ahmad, comentador da Niko Partners, referindo-se à retirada do Cyberpunk 2077 da PlayStation Store. "Esta situação poderia ter sido evitada" adiando o lançamento por mais um ano, afirmou.

O presidente do estúdio, Adam Kicinski, anunciou que o jogo teve 8 milhões de pedidos antecipados de compra, o que classificou de "resultado fenomenal". Ele garantiu também que o jogo "funciona muito muito na maioria das configurações".

De combinação com as estimativas do banco polonês BOS, o orçamento do Cyberpunk 2077, fundamentado em um jogo criado pelo americano Mike Pondsmith, foi de 331 milhões de dólares, o que o torna um dos videogames mais caros da história. O estúdio recorreu a um dos atores mais valorizados, o americano Keanu Reeves (de "Matrix"), que empresta seu rosto a um dos personagens principais, "Johnny Silverhand". A campanha de promoção mundial foi digna de uma produção de Hollywood.


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