Sobe para 18 o número de mortos em acidente de ônibus em Minas Gerais

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Entre os passageiros,13 estão hospitalizados no Hospital Margarida, em Monlevade, três foram transferidos para Belo Horizonte e estão no hospital João XXIII. Sete receberam subida.

Em entrevista coletiva hoje (5) em Belo Horizonte, representantes da corporação afirmaram que trouxeram os corpos para o Instituto Médico Lítico da capital mineira para agilizar o processo de estudo e facilitar o contato com as famílias.

Perguntados por jornalistas sobre cobranças de familiares acerca da morosidade na identificação, delegados e integrantes da Polícia Social atuando no caso responderam que é preciso ter uma confirmação técnica, que indique de vestimenta de quem se trata, o que é dificultado pelo veste de muitas vítimas terem sofrido traumatismos graves.

Esta avaliação é feita por meio da confrontação da do dedo dos corpos com as digitais dos passageiros antes do acidente. Os representantes da PCMG ponderaram que o trabalho é multíplice diante do volume de corpos, mas declararam que o procedimento está dentro do tempo esperado.

Quanto às famílias, informaram que foram firmadas parcerias com o Sesc de Minas Gerais para hospedarem pessoas que vierem de fora para obter informações e ajudarem na confirmação dos corpos. O restaurante popular fornecerá refeições para esses parentes.

Foi apresentada uma tese preparatório segundo a qual o ônibus teria feito um movimento de ré, derrubado da ponte, tido uma primeira colisão com a secção traseira a 26 metros da ponte e uma segunda batida a 34 metros da estrutura.

Dos 18 mortos, 13 eram homens e cinco, mulheres. Deste totalidade, 13 morreram no lugar do acidente e cinco no hospital. As causas foram politraumatismo. Segundo a última atualização, 13 vítimas estão hospitalizadas em João Monlevade, três foram levadas para um hospital em Belo Horizonte e sete tiveram subida.


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