Revista do Museu Goeldi destaca pesquisa em diversas áreas
Boletim do Museu Goeldi reúne pesquisas recentes
Divulgação
Uma revista ocasião ao debate científico e à exploração do conhecimento. É logo que tem sido pautado o Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Humanas, que tem sua última edição de 2018. Com onze artigos e uma resenha, e intitulada “Territórios e espaços simbólicos”, a publicação apresenta teor de Antropologia, Artes, Arqueologia, Linguística e História.
Entre os temas sobre cultura indígena estão interpretações xamânicas, saúde indígena e relações de poder, por Aristóteles Barcelos Neto. Já Alessandro Barghini, em seu “Cauim: entre comida e embriaguez”, apresenta estudo sobre bebidas fermentadas para além de suas características narcóticas e intoxicantes, as terapêuticas.
A edição também traz estudo sobre saúde indígena afetada por projetos hidrelétricos e de mineração. Esse é o caso de “Licenciamento ambiental de grandes empreendimentos: quais os limites para avaliação de impactos diretos e indiretos em saúde? Estudo de caso na terreno indígena Wajãpi, Amapá”.
Da linguística, a taxa se dedica ao Apurinã da família Aruák, falada no sudeste do Amazonas, tendo Marília Freitas e Sidney Facundes porquê autores.
Evidenciando as representações de natureza e envolvente, José Carlos Radin e Claiton da Silva discutem a história do território do Impugnado sobre os limites entre os estados do Paraná e de Santa Catarina em “Um vasto celeiro: representações da natureza no processo de colonização do oeste catarinense (1916-1950)”. Os autores contam porquê empresas colonizadoras passaram a comercializar terras, em lotes destinados à lavoura de contexto familiar, em privativo aqueles vindos da Europa e que viviam nas colônias do sul do Brasil.
Ainda no campo da História, mas agora do setentrião do Brasil, Cláudio Ximenes e Alan Coelho destacam, no cláusula “O botânico João Barbosa Rodrigues no Vale do Amazonas: explorando o rio Capim (1874-1875)”, os estudos geográficos, hidrográficos, botânicos e zoológicos resultados da viagem de José Barbosa Rodrigues (1842-1909) patrocinada pelo Poderio.
As artes plásticas são branco de historiografia de autoria de Gil Vieira Costa em “Estela Campos e os momentos iniciais do abstracionismo no Pará (1957-1959): hipóteses sobre invisibilidades na história da arte”. O responsável analisa três exposições da artista para discutir sobre a consolidação de Estela Campos no abstracionismo.
O Boletim Ciências Humanas completa 124 anos em 2018, construído com a colaboração de autores e pesquisadores das diversas instituições de pesquisas do Brasil e do mundo. Para 2019, a meta é publicar em caráter contínuo os conteúdos de suas edições, tendência observada no campo das revistas científicas, que torna mais rápida a disponibilização do conhecimento.
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Da assessoria do Museu Goeldi.
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