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Dólar fecha em subida, aos R$ 3,85, em seguida dois dias de queda

Pixabay


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O dólar operou com viés de subida frente ao real nesta quinta-feira, 29, em um movimento de correção em seguida dois dias de recuo. A lema fechou cotada a R$ 3,8534, uma subida de 0,40%. O progressão da moeda americana ocorreu na contramão dos pares emergentes e em um cenário de dólar com pouco fôlego nos mercados globais, em seguida a subtracção dos riscos de aperto monetário nos Estados Unidos. Pesou cá a disputa pela formação da última taxa Ptax do mês, que ocorre nesta sexta-feira e serve porquê referência para contratos financeiros.

A subida ocorre a despeito da realização de dois leilões de risco por secção do Banco Medial nesta quinta, totalizando três dias de atuação da mando monetária com nascente tipo de instrumento. O BC ofertou US$ 1,25 bilhão em duas operações, tomados integralmente pelo mercado.

Operadores ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, apontam que o real operou lateral ao movimento extrínseco na maior secção do dia. A lema cedeu somente no término da manhã, impactada pelo progressão do petróleo e em reação aos dados de inflação nos Estados Unidos, com o resultado aquém do esperado do índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês).

Sem um noticiário doméstico possante e com o dólar com pouco fôlego globalmente, no entanto, a moeda avançou sem força sobre o real. “Ficou perto do zero a zero durante todo o dia, com subida quase inexpressiva na máxima intraday (de R$ 3,8738). Estamos sem uma única grande notícia no radar, olhando ao mesmo tempo números da economia dos EUA, preço do petróleo, cessão onerosa, guerra mercantil, sem um noticiário específico”, aponta um operador.

Lá fora, o dólar ainda responde ao exposição mais suave do que o esperado, na quarta-feira, por secção do presidente do Federalista Reserve (Fed), Jerome Powell. Ele sinalizou que as taxas de juros já estão próximas do valor neutro, indicando que não deve possuir mais muitas elevações avante.

Com isso, o dólar caía frente à maior secção dos emergentes. A recuperação no preço do barril de petróleo também ajuda países exportadores de commodities. Frente ao índice DXY, que reúne uma cesta de moedas fortes, o dólar se mantinha praticamente firme, com subida de 0,06% (às 17h).

Há ainda um movimento de cautela na expectativa de que a reunião do G-20, que começa nesta sexta em Buenos Aires, traga novidades sobre as tensões comerciais entre China e Estados Unidos. “Mesmo que pareça que não vai possuir combinação, é dissemelhante quando os dirigentes dos países estão frente a frente. Pode ser que traga alguma notícia”, aponta o operador da Advanced Corretora, Alessandro Faganello.

Por isso, ele acredita que a tendência é que o câmbio siga em subida moderada nesta sexta, ainda no compasso de cautela e, principalmente, impactado pela disputa na formação da taxa Ptax. Ou por outra, aumenta a sensação de cautela a expectativa pelo pregão dos nomes do secretariado do Ministério da Economia de Paulo Guedes. “Esses fatores devem prometer uma pressão de subida amanhã (sexta)”, diz.





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