Projeto de licença do Rodoanel de BH é retomado

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O novo projeto prevê a modernização viária do Rodoanel de Belo Horizonte, com separação CRÉDITO: ALISSON J. SILVA/Registo DC

O governo de Minas Gerais está mesmo retomando o projeto de licença do Rodoanel de Belo Horizonte à iniciativa privada e pretende licitá-lo no ano que vem. Com previsão de investimentos de R$ 9 bilhões, incluindo recursos da Vale referentes à indenização pelo rompimento da barragem em Brumadinho, a expectativa é que sejam gerados milhares de empregos, muito porquê beneficiadas as arrecadações de diversos municípios da RMBH.

A informação é do secretário de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra), Fernando Scharlack Marcato, que lembrou que, no pretérito, o projeto chegou a ser licitado, com vencedor anunciado, mas que, por questões jurídicas, não saiu do papel.

“Leste projeto é um sonho idoso da Região Metropolitana de Belo Horizonte que, para viabilizá-lo, estamos reformulando tudo. A teoria é a mesma, mas a partir de uma concepção mais enxuta e com uma lógica mais moderna”, explicou.

Na prática, conforme o secretário, a intenção é substituir o atual Argola  Rodoviário que corta a capital mineira, com a premissa de que os caminhões que passam pela região não precisem transitar dentro de Belo Horizonte. Para isso, será dividido em Alça Setentrião (Sabará – sentido Ipatinga – à BR-040 em Ribeirão das Neves), Alça Oeste (BR-381 – sentido Uberaba – a Betim) e Alça Sul (Sarzedo – via BR-040 – sentido Rio de Janeiro).

“Queremos modernizar a estrutura viária. Não faz sentido esses caminhões que vêm de outros estados e seguem direto passarem por dentro de BH. A mobilidade da cidade fica prejudicada e o desgaste do pavimento é maior, aumentando os custos da prefeitura. Sem descrever Crédito: Reprodução Facebook

Ou por outra, conforme o secretário, o novo projeto permitirá reduzir de viagem pela metade e impulsionará a arrecadação de 10 municípios do entorno da capital mineira.

“Estes são os benefícios de uma obra desta magnitude. Vamos ter impostos e arrecadações fomentados em toda a região, uma vez que municípios porquê Santa Luzia, Vespasiano, Ibirité, Brumadinho, Enumeração, Betim e muitos outros serão impactados positivamente a partir de um sistema logístico mais eficiente”, justificou.

Outro ponto engrandecido por Marcato diz reverência à geração de empregos. Segundo ele, as estimativas são de que a cada R$ 1 bilhão investidos, 35 milénio empregos sejam gerados, o que resultaria em mais de 300 milénio empregos ao todo nos próximos anos.

Cronograma – Sobre o cronograma, a Pasta trabalha para que, em outubro, os estudos sejam apresentados à iniciativa privada, em uma segunda rodada de sondagem de mercado. Já no primeiro trimestre do ano que vem, a estimativa é que seja realizada a consulta pública e a licitação ocorra logo em seguida.

“Dada a relevância do projeto, estamos desenvolvendo e consultando o mercado concomitantemente, sempre respeitando os princípios de governança. Já temos alguns estudos que logo serão apresentados à iniciativa privada para que possíveis investidores conheçam e tragam suas considerações ao projeto”, afirmou.

 


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