Operação contra venda ilícito Minas Gerais

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Uma operação da Polícia Social foi feita na manhã desta terça-feira (29) para combater a venda ilícito de terrenos em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ao todo, duas pessoas foram presas. Entre os detidos, está o varão indicado porquê o patrão do grupo, além de principal grileiro da cidade e um dos principais da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

De convenção com a delegada Bianca Prado, o varão tinha trânsito fácil em gestões anteriores da prefeitura de Santa Luzia e já ocupou incumbência no primeiro escalão no Executivo da cidade, sem especificar em qual gestão.

"Ele alguns anos detrás chegou a ocupar um função de secretário. A gente vê também que há umas três, quatro gestões anteriores, ele tinha uma trânsito muito grande dentro da prefeitura. Alguns caminhos facilitados por conta dessa influência e a gente não descarta a participação de qualquer tipo de envolvimento de funcionários públicos", disse a delegada.

Ele, entretanto, não especificou a secretaria de que o suspeito esteve adiante nem em qual ano atuou no função. A reportagem entrou em contato com a prefeitura de Santa Luzia, que disse que "ainda não foi notificada acerca do ocorrido, mas está à inteira disposição da justiça para para esclarecimentos que se fizerem necessários".

Segundo Bianca, o varão também é suspeito de atuar em Belo Horizonte, Escrutínio e Betim.

Batizada de "Neverland — A Terreno do Nunca", a operação tem objetivo de combater crimes ambientais, associação criminosa, estelionato e lavagem de moeda.

Ao todo, dez mandados de buscas e inquietação foram cumpridos, sete em Santa Luzia e três em Belo Horizonte. Entre os alvos, estão sócios do empreendimento, corretores de imóvel e o corpo jurídico que dava esteio aos demais investigados. De contrato com a delegada, além do ex-secretário, estão um ex-vereador, um ex-funcionário da prefeitura e um funcionário.

De concordância com as investigações, o prejuízo causado pelo grupo pode chegar a R$ 20 milhões para as vítimas e a mais R$ 3 milhões em multas ambientais para os cofres públicos.

Os lotes, situados no bairro Dona Rosarinha, custavam entre R$ 40 milénio e R$ 100 milénio. De pacto com a delegada, o terreno pertence ao espólio de uma família e o negócio era furtivo e ocorria sem nenhuma autorização.

"Muitas famílias pagaram, deram ingressão, perderam suas casas, perderam seus carros, perderam economias de uma vida inteira", afirmou a delegada sobre as centenas de vítimas.

Durante a operação, a polícia apreendeu diversos documentos, faixas de propaganda, mídias eletrônicas e um veículo que foi usado porquê pagamento de um dos terrenos.

Além do varão indicado porquê principal grileiro de Santa Luzia, que foi represado por cumprimento de procuração, um investigado foi impedido em flagrante por posso ilícito de arma. Com ele, também foram encontrados um silenciador e uma mira de precisão.

"Simplesmente, até o presente momento, se resguardam ao recta constitucional do silêncio", disse a delegada sobre os detidos.

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