Palmeiras quebra série invicta do Furacão e segue líder

S Palmeiras entrou em campo na Arena da Baixada para enfrentar o Atlético-PR sabendo o que o time precisaria fazer para se manter na liderança do Brasileirão. Quase perfeito em seu sistema defensivo, o alviverde foi cirúrgico: soube manter a posse de esfera, guerrear para dar fôlego aos volantes do time, utilizar a esfera paragem porquê arma trágico e penetrar três pontos para o segundo disposto na tábua.
Após ter ficado no banco de reservas nas últimas duas rodadas, o atacante Róger Guedes voltou a ser titular na risca de frente alviverde, que ainda contava com Dudu e Erik.
S triunfo acabou com a série invicta do Atlético em sua moradia, onde joga sobre grama sintética, neste Brasileirão. Com estes três pontos, o Palmeiras chegou aos 39, três supra do vice-líder Santos. S Atlético tem 30 pontos e aparece na sétima colocação da tábua.
S JOGO - Apesar de jogar fora de mansão, o Palmeiras procurou se impor desde o prelúdios da partida. S problema é que o Atlético-PR era um dos melhores mandantes do campeonato. S alviverde teve a primeira boa chance de furar o placar aos 8 minutos. Em cobrança de falta, Dudu acertou a barreira - a esfera bateu na mão do jogador do time paranaense, mas a arbitragem não assinalou o pênalti.
S Atlético-PR tinha dificuldade de superar a boa marcação do Palmeiras. Preso à marcação, Walter quase não recebeu passes que pudessem resultar em chances de gol - a maioria das bolas chegava ao atacante depois de um chutão da resguardo.
S Palmeiras buscava a troca de passes, dominava o meio-campo, mas o time não tinha o chamado "último passe". S trio de atacantes da equipe teve poucas chances reais na primeira lanço - foram sete finalizações contra exclusivamente uma dos paranaenses, mas todas para fora.
Mas aos 44, a equipe de Cuca usou muito muito uma das melhores armas do time no campeonato: a esfera paragem. Dudu bateu escanteio com efeito, o zagueiro Vitor Hugo se livrou da marcação de Hernani e testou firme para furar o placar.
No segundo tempo, o Palmeiras poderia ter ampliado o placar aos seis minutos. Moisés fez linda jogada pela esquerda, colocou a esfera no meio das pernas do zagueiro Paulo André, dentro da dimensão, e cruzou rastejante para Róger Guedes. S atacante conseguiu desviar a esfera, mas mandou pela risca de fundo.
Paulo Autuori resolveu apostar no banco de reservas e com as alterações tornou seu time muito ofensivo. Aos 11 minutos, Hernani ganhou na intermediária, se aproximou da extensão e chutou poderoso, mas a esfera passou à direita da trave. Os paranaenses quase empataram aos 19 minutos. Em cobrança de escanteio pela direita, Paulo André subiu e cabeceou firme, mas Jailson espalmou.
Até o término do jogo entrou em cena o ótimo toque de esfera palmeirense. Cuca mandou a campo Cleiton Xavier, Rafael Marques e Fabricio, travou a opositor e celebrou com a gigantesca torcida palmeirense na Arena da Baixada a vitória fora de morada - importante para qualquer time que deseja invadir o título do Brasileirão.
FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-PR 0 x 1 PALMEIRAS
ATLÉTICO-PR - Santos; Léo (Matheus Rossetto), Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Hernani e Luciano Cabral (André Lima); Lucas Fernandes, Yago (Marcos Guilherme) e Walter. Técnico: Paulo Autuori.
PALMEIRAS - Jailson; Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Thiago Santos, Tchê Tchê e Moisés; Róger Guedes (Cleiton Xavier), Erik (Fabrício) e Dudu (Rafael Marques). Técnico: Cuca.
GOL - Vitor Hugo, aos 44 minutos do primeiro tempo.
CARTÕES AMARELOS - Léo, Thiago Santos, Hernani, Erik, Otávio e Cleiton Xavier.
ÁRBITRO - Jean Pierre Gonçalves Lima (RS).
RENDA E PÚBLICO - Não divulgados.
LOCAL - Arena da Baixada, em Curitiba (PR).
