Na Av. Paulista, 35 milénio protestam contra governo Temer e impeachment de Dilma Rousseff
Na noite desta quinta-feira (12), 35 milénio pessoas, segundo o Jornalistas Livres e a Mídia Ninja, ocuparam a Av. Paulista para reclamar contra o presidente interino Michel Temer (PMDB), cuja posse foi realizada nesta tarde, e o impeachment de Dilma Rousseff (PT). Além de um primeiro pronunciamento, Temer deu posse aos novos 23 ministros.
A revelação teve início no vão do Masp e foi convocada pela frente Povo sem Medo, em um evento no Facebook com 13 milénio presenças confirmadas, 30 milénio pessoas interessadas 52 milénio convidadas. Os manifestantes passaram diante da sede Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), "com o objetivo de denunciar o papel de financiadora do golpe da federação", porquê explicou o JL.
Membros do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), União Juventude Socialista (UJS) e vários outros movimentos sociais também estavam presentes no ato – que contou com queima de folhetos com fotos de Temer e Renan Calheiros (presidente do Senado, PMDB-AL), ambos classificados porquê "golpistas", em letras garrafais.
Além disso, os manifestantes empunharam patos da campanha "Quem vai remunerar o pato?", da Fiesp – contra o aumento de impostos –, bradaram palavras de ordem que reforçam a presença do "povo sem pavor de lutar", empunharam faixas e cartazes, estouraram fogos de artifício e queimaram, em uma fogueira, os patos de plástico que são símbolo da campanha da Fiesp. Um carruagem de som com o rapper Dênis Família e a Liga do Funk também esteve presente. Guilherme Boulos, líder do MTST, falou na fenda do ato.
"Esse ato tem porquê objetivo dar uma resposta ao golpe que se deu neste dia no Brasil", disse Boulos, porquê mostra a Folha de S.Paulo. "Nós não reconhecemos o governo que se estabeleceu hoje no Brasil porquê legítimo. Não reconhecemos o senhor Michel Temer porquê presidente da República."
Os manifestantes picharam o escritório da presidência na Consolação. A Polícia Militar, com um cordão de isolamento, impediu confronto entre os manifestantes pró-impeachment.
Segundo a PM, 2,5 pessoas compareceram ao ato contra o governo Temer e o impeachment de Rousseff. Às 21h20, o movimento na Paulista foi liberado.
Veja fotos do ato aquém:
A revelação teve início no vão do Masp e foi convocada pela frente Povo sem Medo, em um evento no Facebook com 13 milénio presenças confirmadas, 30 milénio pessoas interessadas 52 milénio convidadas. Os manifestantes passaram diante da sede Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), "com o objetivo de denunciar o papel de financiadora do golpe da federação", porquê explicou o JL.
Membros do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), União Juventude Socialista (UJS) e vários outros movimentos sociais também estavam presentes no ato – que contou com queima de folhetos com fotos de Temer e Renan Calheiros (presidente do Senado, PMDB-AL), ambos classificados porquê "golpistas", em letras garrafais.
Além disso, os manifestantes empunharam patos da campanha "Quem vai remunerar o pato?", da Fiesp – contra o aumento de impostos –, bradaram palavras de ordem que reforçam a presença do "povo sem pavor de lutar", empunharam faixas e cartazes, estouraram fogos de artifício e queimaram, em uma fogueira, os patos de plástico que são símbolo da campanha da Fiesp. Um carruagem de som com o rapper Dênis Família e a Liga do Funk também esteve presente. Guilherme Boulos, líder do MTST, falou na fenda do ato.
"Esse ato tem porquê objetivo dar uma resposta ao golpe que se deu neste dia no Brasil", disse Boulos, porquê mostra a Folha de S.Paulo. "Nós não reconhecemos o governo que se estabeleceu hoje no Brasil porquê legítimo. Não reconhecemos o senhor Michel Temer porquê presidente da República."
Os manifestantes picharam o escritório da presidência na Consolação. A Polícia Militar, com um cordão de isolamento, impediu confronto entre os manifestantes pró-impeachment.
Segundo a PM, 2,5 pessoas compareceram ao ato contra o governo Temer e o impeachment de Rousseff. Às 21h20, o movimento na Paulista foi liberado.
Veja fotos do ato aquém:
LEIA MAIS:Fonte: HuffPost Brasil
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