Ministério da Saúde confirma caso de reinfecção pela novidade versão do coronavírus no AM – 15/01/2021 – Estabilidade e Saúde

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O Ministério da Saúde confirmou um caso de reinfecção pela novidade versão do coronavírus no Amazonas. A invenção foi feita pela Fiocruz em uma mulher de 29 anos com sintomas leves de Covid-19.

Para confirmar a reinfecção, é preciso fazer uma estudo do genoma dos dois vírus e confrontar a sequência do RNA —molécula “prima” do DNA, com uma única fita— para ver se são de indumentária duas linhagens diferentes.

A estudo realizada mostrou um padrão de mutações comportável com a versão do vírus Sars-CoV-2, identificada recentemente pelo Ministério da Saúde do Japão, mas de origem no Amazonas.

A versão encontrada pelo Japão possui 12 mutações, sendo que uma delas é a mesma encontrada em variantes já identificadas no Reino Unificado e na África do Sul, o que implica em maior potencial de transmissão do vírus.

Segundo o Ministério da Saúde, a novidade versão foi encontrada pela Fiocruz no dia 12 de janeiro, e a pasta foi notificada no dia seguinte pelo estado do Amazonas.

A mulher foi diagnosticada com a infecção pela primeira vez em 24 de março, e no dia 30 de dezembro, nove meses depois, obteve o segundo diagnóstico positivo da Covid-19 pelo fiscalização RT-PCR.

A pasta informou ainda que a informação foi compartilhada, porquê secção da rotina da vigilância epidemiológica, com a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) e com a Cievs (Rede do Meio de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde).

“O Ministério da Saúde recomendou aos estados, ao Província Federalista e aos municípios o contínuo fortalecimento das atividades de controle da Covid-19, a ampliação do sequenciamento de rotina dos vírus Sars-CoV-2 , a investigação de surtos e o rastreamento de contatos de todo caso de Covid-19”, disse em nota.

No Brasil, foi notificados até o momento, outro casos de reinfecção por novidade versão do Sars-CoV-2, no estado da Bahia e que segue em investigação pelo Ministério da Saúde.

Ele foi identificado por pesquisadores do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) em exames clínicos de uma mulher de 45 anos que teve duas infecções distintas pelo coronavírus: uma em 20 de maio e outra em 26 de outubro, com sintomas mais severos.

A versão encontrada, chamada B.1.1.248, identificada originalmente na África do Sul, possui a mutação E484K, que tem sido associada a um chamado "escape imunológico" ou uma maior dificuldade de ação dos anticorpos neutralizantes contra o vírus.


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