Minas confirma três óbitos pelo coronavírus nas últimas 24 horas

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Apesar do número, secretária afirma que oferecido não revela a veras da disseminação da doença no Estado, que já registrou 2.894 óbitos; com 133 milénio casos confirmados, doença já chegou a 95% dos municípios mineiros

Em seguida semanas de seguidos recordes diários de mortes provocadas pelo coronavírus, Minas Gerais voltou a registrar índices menores em meio à pandemia. Com somente três óbitos confirmados nas últimas 24 horas, o número de vítimas da doença chegou a 2.894 em 397 municípios mineiros – a taxa de mortandade é de 2,1%, a menor do Brasil, conforme boletim divulgado nesta segunda-feira (3) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). Outras 120 mortes seguem em investigação.

Os dados apontam ainda que foram 133.743 pessoas diagnosticadas com a doença em 812 dos 853 municípios mineiros, índice que já ultrapassa 95% do totalidade. Em 24 horas, a pasta confirmou 942 novos registros. Apesar dos dados favoráveis, a SES lembra que “o número de casos e óbitos confirmados nas últimas 24 horas pode não retratar a ocorrência de novos casos no período, mas o totalidade de notificações nas últimas 24 horas”.

De entendimento com a secretaria, 102.562 pessoas já se recuperaram da Covid-19 em Minas Gerais, sendo que 28.287 seguem em seguimento. Do totalidade de casos, 53% são homens e 47% mulheres. A fita etária mais atingida pela pandemia é de 30 a 39 anos, com 24,4% dos casos. Já a média de idade dos pacientes é de 43 anos – 65% não possuíam nenhuma comorbidade.

Em relação aos óbitos, o balanço da SES aponta que 78% das vítimas possuíam mais de 60 anos, com média de idade de 70 anos – 58% eram homens. Ainda segundo a pasta, 83% das pessoas eram do grupo de risco, sendo que a maioria apresentava doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes.

Situação nos hospitais

Os hospitais da rede pública do Estado estão com 14.819 pessoas internadas – a taxa de ocupação dos leitos de UTI exclusivos para a Covid-19 é de 67%. Outras 118.924 seguem em isolamento domiciliar. Já em relação às hospitalizações por síndrome respiratória aguda grave, que inclui outras doenças porquê pneumonias e gripes, o aumento neste ano foi de 1.190% em relação ao mesmo período do ano pretérito.

Desde o início da pandemia, em março, o governo estadual já realizou 74.930 testes para a doença, com 54.149 negativos e 1.260 ainda em estudo.

Cidades com mais casos

Dos 812 municípios com confirmações da doença, 21 já apresentam mais de milénio casos. A capital mineira lidera os registros e já tem 20.042 pessoas contaminadas, com 552 mortes. Em seguida, aparecem Uberlândia (12.578 casos e 208 mortes), no Triângulo Mineiro; Ipatinga (5.655 casos e 94 mortes), no Vale do Aço; e Governador Valadares (4.008 confirmações e 107 óbitos), na região do Rio Guloseima.

Na região metropolitana de Belo Horizonte, dos 34 municípios, seis já ultrapassaram a barreira dos milénio casos – além da capital, aparecem Relato (3.835), Betim (2.815), Ribeirão das Neves (2.252), Novidade Lima (1.459) e Santa Luzia (1.097).

 


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