Mara Wilson, a ‘Matilda, sobre crescer em Hollywood: ‘Ser fofa só me fez infeliz’
Se você foi uma muchacho nos anos 1990 e no início dos anos 2000 há grandes chances de você saber Mara Wilson.
Hoje, com 29 anos, ela, que foi protagonista do filme Matilda e atuou em Uma babá quase perfeita tomou uma decisão: ao invés de se ocupar com palcos ou cinema, escolheu falar sobre um pouco que você -- e boa secção das pessoas -- provavelmente não imaginou ter realizado com ela.

Em Where Am I Now? (Onde estou agora?), livro autobiográfico lançado neste mês nos Estados Unidos, Wilson fala sobre a dificuldade que foi crescer sob holofotes e a dor de ser deixada de lado pela indústria de Hollywood ao entrar na juventude.
No livro, a atriz conta ter sido diagnosticada com depressão, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e impaciência generalizada ainda na pré-juventude. Além disso, revela que precisou “se reformar” do cinema por não se encaixar no padrão de formosura americano.
"Durante uma estação, eu era paga para ser fofinha, mas depois fui contagiada pela maldição de ser uma atriz mirim", contou a atriz à BBC.

Em entrevista recente ao Los Angeles Times, a atriz conta que quando começou a sentir que estava perdendo a “fofura” da puerícia, passou a se confrontar com outras atrizes de sua filete-etária, porquê Scarlett Johansson e Keira Knightley.
Em um trecho do livro, divulgado pelo jornal The Guardian e pela BBC, a atriz revela que sua relação com Hollywood e com os padrões de formosura foram ficando cada vez difíceis:

S livro pode ser uma espécie de libertação para Wilson.
Ao mesmo tempo em que ela traça um quadro de porquê Hollywood a impactou por sempre priorizar atrizes magras, e porquê foi difícil encarar a morte da mãe aos 12 anos, Wilson se revela sabendo qual é o seu lugar hoje e faz duras críticas ao sistema:
Uma novidade 'Maltida'

Recentemente, Mara Wilson também revelou ser bissexual no Twitter. Isso aconteceu logo em seguida o massacre da Boate Pulse, ocorrido em Orlando.
Em resposta a uma incerteza de um seguidor, que questionou ela ter referido a si mesma porquê heterossexual, Mara tuitou:
"Eu disse que *costumava* me identificar porquê heterossexual. Eu tenho adoptado o título de bissexual/queer nos últimos tempos."
A artista declarou espeque à comunidade LGBT e solidariedade às vítimas do atentado à boate gay Pulse, em Orlando.
Ela também publicou uma foto de si mesma em uma boate gay, há dez anos, quando tinha 18.
Foi a primeira vez que Mara falou claramente sobre o tema. Ela agradeceu o base dos seus seguidores, mas avisou que se manterá discreta quanto aos seus relacionamentos.
Hoje, com 29 anos, ela, que foi protagonista do filme Matilda e atuou em Uma babá quase perfeita tomou uma decisão: ao invés de se ocupar com palcos ou cinema, escolheu falar sobre um pouco que você -- e boa secção das pessoas -- provavelmente não imaginou ter realizado com ela.
Em Where Am I Now? (Onde estou agora?), livro autobiográfico lançado neste mês nos Estados Unidos, Wilson fala sobre a dificuldade que foi crescer sob holofotes e a dor de ser deixada de lado pela indústria de Hollywood ao entrar na juventude.
No livro, a atriz conta ter sido diagnosticada com depressão, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e impaciência generalizada ainda na pré-juventude. Além disso, revela que precisou “se reformar” do cinema por não se encaixar no padrão de formosura americano.
"Durante uma estação, eu era paga para ser fofinha, mas depois fui contagiada pela maldição de ser uma atriz mirim", contou a atriz à BBC.
Em entrevista recente ao Los Angeles Times, a atriz conta que quando começou a sentir que estava perdendo a “fofura” da puerícia, passou a se confrontar com outras atrizes de sua filete-etária, porquê Scarlett Johansson e Keira Knightley.
“Eu olhava para Keira, que é exclusivamente dois anos velha que eu e pensava ‘eu nunca vou ser gostosa porquê ela daqui dois anos'. Eu me sentia chateada – e às vezes ainda me sinto – quando conhecia pessoas, porque elas pareciam decepcionadas que eu não era aquela muchacho fofa”.
Em um trecho do livro, divulgado pelo jornal The Guardian e pela BBC, a atriz revela que sua relação com Hollywood e com os padrões de formosura foram ficando cada vez difíceis:
"Lá estava Scarlett [nas páginas de uma revista], linda, falando sobre seu novo filme com Bill Murray. Ela definitivamente era uma mulher, estava toda sexy. Como ela conseguiu? Senti um soco no estômago. Ela era só dois ou três anos velha do que eu. E sabia que zero que eu fizesse me faria ter nem metade da formosura dela. Mesmo depois que eu tirasse o aparelho, mesmo se eu colocasse lentes e melhorasse meu namoro de cabelo. (...) Mesmo assim eu não seria boa o suficiente para Hollywood."
S livro pode ser uma espécie de libertação para Wilson.
Ao mesmo tempo em que ela traça um quadro de porquê Hollywood a impactou por sempre priorizar atrizes magras, e porquê foi difícil encarar a morte da mãe aos 12 anos, Wilson se revela sabendo qual é o seu lugar hoje e faz duras críticas ao sistema:
"Hoje sei que não é minha função ser linda, ou fofinha, ou qualquer outra coisa que alguém quer que eu seja. Então, a próxima vez que alguém escondido detrás de um sobrenome online resolver me expressar o que eu devo fazer para permanecer formosa, vou propor um encontro face a faceta. E vou descrever o que é passar pela puberdade diante dos olhos do público, pouco depois de perder sua mãe para o cancro. Vou manifestar porquê me senti quando achei um com fotos [falsas] minhas nua aos 12 anos. Vou expressar que eu conheci os dois lados desse 'ser fofinha', e, nos dois casos [como atriz mirim e em s de pornografia], isso só fez com que minha vida fosse miserável."
Uma novidade 'Maltida'
Recentemente, Mara Wilson também revelou ser bissexual no Twitter. Isso aconteceu logo em seguida o massacre da Boate Pulse, ocorrido em Orlando.
Em resposta a uma incerteza de um seguidor, que questionou ela ter referido a si mesma porquê heterossexual, Mara tuitou:
"Eu disse que *costumava* me identificar porquê heterossexual. Eu tenho adoptado o título de bissexual/queer nos últimos tempos."
.@__SonjaLouise__ I said I *used* to identify as mostly straight. I've embraced the Bi/Queer label lately
— Mara Wilson (@MaraWritesStuff) 14 de junho de 2016
A artista declarou espeque à comunidade LGBT e solidariedade às vítimas do atentado à boate gay Pulse, em Orlando.
Ela também publicou uma foto de si mesma em uma boate gay, há dez anos, quando tinha 18.
"Eu numa boate gay quando tinha 18 anos. Me sinto envergonhada de ver isso agora... Sendo uma 'pequena hétero', um pouco que não me pertencia, mas vou expressar, me senti muito muito recebida lá"
Me at a gay club when I was eighteen. I feel embarrassed looking at it now... pic.twitter.com/qMZec3WBvu
— Mara Wilson (@MaraWritesStuff) 12 de junho de 2016
Being a "straight girl" where I clearly didn't belong, but I will say, I felt so welcomed there.
— Mara Wilson (@MaraWritesStuff) 12 de junho de 2016
Foi a primeira vez que Mara falou claramente sobre o tema. Ela agradeceu o base dos seus seguidores, mas avisou que se manterá discreta quanto aos seus relacionamentos.
LEIA MAIS:Fonte: HuffPost Brasil
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