Itália isola 16 milhões por coronavírus; quarentena afeta até 90 milénio brasileiros – Era Negócios

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Turistas usam máscaras para se proteger do coronavírus em Roma, na Itália. ROME, ITALY - FEBRUARY 24: Tourists wearing face masks visit the Colosseum area on February 24, 2020 in Rome, Italy. The Italian government declared a state of emergency on January (Foto: Antonio Masiello/Getty Images)

Turistas usam máscaras para se proteger do coronavírus em Roma, na Itália (Foto: Antonio Masiello/Getty Images)

A Itália decretou neste domingo, 8, quarentena obrigatória na região da Lombardia e em 14 províncias do setentrião por culpa do novo coronavírus. A medida atinge cidades porquê Milão, capital financeira do país, e Veneza e murado de 16 milhões de pessoas - murado de um quarto da população lugar. O Itamaraty estima que entre 70 milénio e 90 milénio brasileiros vivam na dimensão isolada. O bloqueio, previsto para resistir até 3 de abril, é a medida mais drástica desde a restrição de aproximação na região chinesa de Wuhan, onde foram registrados os primeiros casos da doença. Em exclusivamente 24 horas, o número de mortos pelo coronavírus aumentou 57% na Itália, chegando a 366. O totalidade de infectados saltou para 7.375, o que faz o país ser o segundo com mais registros, detrás somente da China. Com a quarentena, as pessoas só poderão entrar ou transpor da região se provarem motivos de trabalho ou de saúde.

Além do isolamento, o governo italiano determinou o fechamento de escolas, ginásios, museus, cinemas, piscinas e clubes noturnos, entre outros espaços públicos da região. Restaurantes e bares poderão funcionar de 6 horas da manhã às 6 horas da tarde e exclusivamente se garantirem intervalo de pelo menos um metro entre os clientes. Jogos de futebol foram disputados com portas fechadas e já há pressão para suspender o campeonato. O primeiro-ministro, Giuseppe Conte, chamou as medidas de "rigorosas", mas necessárias para moderar o surto e atenuar a pressão sobre a rede de saúde. Autoridades da Lombardia já haviam falado de hospitais à beirada do colapso. Diretor-universal da Organização Mundial da Saúde, Tedros Ghebreyesus, disse que foram "passos corajosos".

A companhia Alitalia anunciou suspensão de voos ao exterior de Malpensa, principal aeroporto internacional da região. Porquê a lei começou no domingo, havia confusão sobre porquê afeta a indústria e a calabouço de aprovisionamento. Veneza, que recebe milhões de turistas por ano, estava irreconhecível, com pouca gente na rua. "É triste", disse a guia turística Rosanna Giannotti, de 73 anos. "Já tivemos outros problemas. Mas essa parece a maior crise que eu já vi."

Brasileiros
Morador de Milão, o arquiteto Gustavo Minosso, de 39 anos, diz ter mais receio sobre o impacto da quarentena na economia do que pavor de ser infectado pela doença. "Tem um clima de pânico em secção da população. Hoje (domingo) invadiram os supermercados mais uma vez", contou ele, que vive há 13 anos na cidade. "Se a situação continuar assim por muito tempo vai ser trágica para a economia."

No domingo, ao dar uma volta por Milão, ele viu ruas desertas. Apesar da restrição, Minosso disse saber de movimentação para fora da cidade. "Muita gente de outras regiões está indo embora com susto de permanecer bloqueada cá. Apesar da decisão do governo, as pessoas estão conseguindo transpor, porque as autoridades ainda estão organizando com vão fechar as fronteiras."

Neste domingo, durante o dia, ainda não havia orientação privativo para a extensão de fronteira entre Itália e Suíça, segundo a mídia lugar. No primeiro dia, a sinalização é de que a imposição de medidas não seria tão drástica quanto na China, onde havia possante controle militar na saída da região de Wuhan e muro de 60 milhões de pessoas ficaram isoladas. Mesmo com o rígido sistema chinês, estima-se que cinco milhões dos 11 milhões de habitantes de Wuhan deixaram a cidade antes do cerco. "Estamos curiosos para ver porquê será. Não é porquê na China, em que não podiam transpor de mansão. Podemos circunvalar, só estamos isolados no Estado. É uma medida mais para conscientizar a população de que temos de permanecer no Estado. Difícil controlar 100% das pessoas", opina o chef Gustavo Lima, de 23 anos. Ele está desde quinta em moradia , porque o hotel onde trabalha está quase sem hóspedes.

Resgate
O governo brasílico ainda não tem posição sobre a eventual possibilidade de resgatar brasileiros que manifestarem interesse de transpor da Itália, porquê foi feito com os cidadãos do País que estavam em Wuhan, na China, epicentro doo surto. Dos brasileiros em quarentena, de 40 milénio a 60 milénio estão na Lombardia, dimensão mais afetada. Mas o Itamaraty ressalta que são estimativas, pois brasileiros não têm obrigação de registro no consulado.

A avaliação no governo, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, é que a situação é distinta, mormente pelo tá número de brasileiros na Itália. A recomendação tem sido seguir as orientações do governo italiano sobre o tema.

O chef Gustavo Lima, de 23 anos, que vive em Milão, tentou deixar a região antes do bloqueio. "Antes de decretarem o isolamento, pensei em viajar. Liguei para um camarada que mora na Puglia (sul da Itália), mas ele não me deixou ir", conta ele. (Com agências internacionais).

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