Inadimplência cresce 3,9% e atinge 62,4 milhões de pessoas

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O número de brasileiros inadimplentes cresceu 3,9% em setembro na confrontação com o mesmo mês de 2017, de consonância com o levantamento divulgado pela Confederação Pátrio de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

A pesquisa aponta que há no país 62,4 milhões de pessoas com o nome sujo. Isso significa que 40,6% da população adulta enfrenta dificuldades para controlar empréstimos, conseguir financiamentos ou realizar compras parceladas.

O presidente da CNDL, José Cesar da Costa, atribui a inadimplência ao desemprego que permanece ressaltado e a renda que não superou os patamares anteriores à crise, prejudicando o orçamento e a capacidade de pagamento dos consumidores. "Esse quadro só deve ser revertido com a melhora do mercado de trabalho, o que exige por sua vez uma recuperação econômica mais vigorosa”, explica.

De negócio com o levantamento, as dívidas bancárias, que incluem cartão de crédito, cheque privativo e empréstimos, tiveram subida de 8,5% em setembro na conferência com o mesmo mês do ano pretérito. Ou por outra, 52,7% de todos os compromissos financeiros não quitados pelos brasileiros estão relacionados a bancos, 17,9% ao negócio e 7,9% às empresas prestadoras de serviços básicos.


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