Igreja é interditada e pastor diz que ‘Covid não existe’

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Divulgação/Polícia Militar Pastor se comprometeu em executar a ordem pública sob pena de ser levado para a delegacia Divulgação/Polícia Militar

Uma igreja evangélica localizada em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, foi interditada por duas vezes por estar funcionando sem permissão, em horário não permitido e com aglomeração de fiéis que não seguiam nenhuma proteção contra a Covid-19. O pastor gritou para a fiscalização que "Covid não existe e quem manda é Deus".

O templo religioso foi interditado pela primeira vez na última quinta-feira (30), quando a prefeitura e o Ministério Público Estadual (MPE) fiscalizavam o cumprimento do toque de recolher. Na igreja, os fiscais se depararam com 60 pessoas, sem máscaras, e funcionando em horário não permitido.

Segundo o G1, na abordagem o líder religioso disse que "a Covid não existe. Quem manda cá é Deus e não promotor, prefeito ou governador". Uma confusão foi formada e o pastor rasgou o auto de infração. 

Na noite da sexta-feira (31), mesmo depois da equipe de Vigilância Sanitária obstar a igreja colocando lacre na porta principal, à noite, uma equipe de fiscalização da prefeitura flagrou - novamente - o lugar funcionando normalmente, com 30 pessoas presente.

O pastor disse que elas entraram pela porta lateral e que o lacre não tinha sido retirado. O douto foi encerrado e, sob pena de ser guiado para a delegacia de polícia, o pastor prometeu não recalcitrar a ordem pública.


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