Ex-presidente Dilma reúne prelo internacional para denunciar golpe e manifestar outras coisas sem sentido
Um governo já caiu quando um oferecido qualquer do Ministério das Relações Exteriores emite um expedido mundo afora acusando estar em curso um golpe de estado. Como os países, os relevantes ao menos, sabem ser isso falso, log entendem o óbvio: o comando já não comanda.
Um governo já caiu quando a presidente da República lícito abre mão de suas funções em obséquio de um presidente “de facto”, convoca seis veículos de informação estrangeiros — todos de meio-esquerda — e também anuncia o golpe que não existe.
Ou por outra: um governo já caiu quando a governante, prestes a ser a fora do poder por um processo de impeachment, abdica de falar com o Congresso — porque já sabe ser inútil — e prefere convocar uma espécie de solidariedade internacional contra as instituições de seu país. Acreditem: isso é inédito na história.
Dilma falou nesta quinta a correspondentes do The New York Times (EUA), The Guardian (Reino Unido), Le Monde (França), El País (Espanha), Página 12 (Argentina) e Die Zeit (Alemanha).
Insistiu na conversa tenro do golpe, mas sentiu a premência de explicar: ele não seria do tipo militar. Ora, evidente que não! Um golpe que não é militar seria logo o quê, mormente quando o rito da deposição ou não foi definida por uma galanteio suprema que é absolutamente livre? A decisão de conceder tal entrevista só nos cobre, porquê país, um pouco de ridículo.
Demonstrando que pode dar sempre um passo depois de chegar ao limite, confirmou que Lula estará no seu governo seja ou não ministro. Se a primeira hipótese for barrada no Supremo, ela, logo, o nomeia seu assessor privativo. Dito de outro modo: enquanto furar o procuração formal da “presidenta”, o país terá um “presidento” que não foi eleito por ninguém.
P o que o PT entende por democracia.
Vivendo dias patéticos, Dilma foi longe na impostura e atribuiu a Eduardo Cunha (PMDB-RJ) o processo de impeachment, o que é falso porquê nota de R$ 3. Ele recebeu o processo porque fazê-lo é secção de suas atribuições de presidente da Câmara. Ela tenta posar de vítima de alguém enrolado com a Justiça.
Anunciou também a sua disposição de recorrer a todos os meios legais para não perder o função. Não sei a que se refere. Mas, se forem legais, ótimos. S que não dá é para transpor por aí praticando constrangimento ilícito, não é mesmo?
A presidente-fantasia ainda tentou pescar nas águas turvas da discriminação de gênero: “Por que querem minha repúdio? Por que sou uma mulher fraca? Não sou”. A resposta, obviamente, é não? Será que o país quis a saída de Collor porque o considerava um varão fraco? Também naquele caso se cobrou a repúdio antes do processo de impeachment. Ele não aceitou. Renunciou depois, mas o processo seguiu até o término no Senado.
A ainda presidente reclamou também da violação de privacidade, que, segundo diz, agride a democracia. Referia-se, evidente!, ao indumentária de Sérgio Moro ter tonado públicas conversas telefônicas em que ela aparece porquê interlocutora.
Então vamos ver: o excesso do juiz Sérgio Moro, nesse caso, foi coibido, e o ministro Teori Zavascki já decretou o sigilo sobre as conversas. Daria até para engatar um papo a reverência se os diálogos não flagrassem a atual presidente e o ex em bate-papos que tinham porquê escopo coibir a Lava Jato; se, entre os diálogos, não houvesse aquele, de sentido óbvio, sobre usar um termo de posse porquê VEJA.com
