Escócia avança para roboração do conúbio homossexual

Leon Neal

A Igreja episcopal da Escócia, um ramo da Igreja Anglicana, deu nesta sexta-feira um primeiro passo para a autorização dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, durante uma parlamento em Edimburgo.

A plenário votou por uma mudança que prevê retirar de sua fundamento uma frase que estipula o consórcio porquê uma união "entre um varão e uma mulher". Sete dioceses devem debater agora esta mudança, antes da próxima câmara prevista para junho de 2017, quando deve ser realizada uma eventual adoção definitiva.

A reforma debatida prevê também uma cláusula de consciência, que permite aos eclesiásticos em desacordo não casarem pessoas do mesmo sexo, explica a Igreja episcopal em seu . A proposta de mudança contou com os votos de cinco das sete dioceses, de 69% do clero e de 80% dos laicos, segundo o jornal online "Christian today". Se forem mantidos esses resultados, poderia compreender a maioria de dois terços necessária para subscrever a mudança no próximo ano.

Em janeiro, a Igreja anglicana fez uma sanção à Igreja episcopal dos Estados Unidos por ter reconhecido o enlace homossexual, e por isso ela não pode simbolizar a Igreja anglicana em cultos ecumênicos e inter-religiosos durante três anos.

A questão do reconhecimento das uniões ou da ordenamento de pessoas homossexuais sacode há anos o seio desta igreja de quase 85 milhões de fiéis, opondo os ramos liberais dos Estados Unidos e do Reino Unido, ao conservadores do Quênia ou da Nigéria, por exemplo.

Em 2014, o primaz da Igreja anglicana, o clérigo de Canterbury Justin Welby, considerou "catastrófica" a perspectiva de reconhecer o himeneu entre pessoas do mesmo sexo, já que, em seu julgamento, isto implicaria em ter cristãos sendo perseguidos em países agressivos com os homossexuais, porquê Nigéria ou Paquistão.

Tópicos: 
Igreja
Casamentos
homossexuais
Aceitação
Diversidade
Escócia
Europa
Fonte: LeiaJá - Mundo