Em ajuste a Copom, dólar abre em queda

[ad_1]

O dólar abriu em queda nesta quinta-feira (21) com o mercado se ajustando às mudanças na informação do Comitê de Política Monetária (Copom) de ontem à noite. O enviado provocou a antecipação para o segundo trimestre do início de subida da taxa Selic nos cenários de boa secção dos economistas. A fraqueza do dólar diante de a maioria das emergentes e rivais fortes favorece esse movimento, tendo porquê contraponto as dificuldades da vacinação em tamanho e o progressão da transmissibilidade com novas variantes do coronavírus, que aumentam os riscos e a incerteza fiscais no Brasil.

A sessão pode, mas, ter uma disputa entre os investidores que interpretaram o Copom mais "hawkish" e aqueles que fixaram a atenção no indumento de a domínio monetária declarar que os choques nos preços ainda são temporários. "As leituras diferentes e as ênfases que o mercado pode dar ao enviado do Copom vão gerar muita 'combate' hoje", diz Cleber Alessie Machado Neto, gerente da mesa de derivativos financeiros da corretora Commcor. O enviado do comitê pontua que "o término do 'forward guidance' não implica mecanicamente uma elevação da taxa de juros".

Às 9h33, o dólar desacelerava a queda e marcava máxima aos R$ 5,2625 (-0,93%) no mercado à vista. No horizonte, foi aos R$ 5,264 (-0,54%).

O fortalecimento do real baseia-se no indumento de o Banco Mediano (BC) permanecer "livre" para iniciar ao ciclo de aperto monetário sem essa "orientação futura", porquê escreveu a jornalista Denise Abarca, do Estadão/Broadcast, em glosa "Sem as amarras do 'forward guidance', o BC tem mais liberdade para subir a Selic e, assim atrair fluxo, mormente diante da certeza de que os juros no exterior estarão baixos nos próximos anos, melhorando a percepção sobre o diferencial de taxas. Mas o efeito também não deve ser muito significativo ou perpétuo, pois a queda nas cotações da lema tem atraído compras. Aliás, o cenário fiscal desconforme pesa contra a exposição ao risco da moeda brasileira."

Na agenda do dia, a ação e a informação do Banco Medial Europeu (BCE), depois da lhaneza do mercado no Brasil (9h45), são prioridade nas mesas de analistas macroeconômicos. A expectativa é de poucas novidades mas de um exposição "dovish" da presidente Christine Lagarde, segundo a LCA Consultores.

Às 9h40, o dólar caía diante de a maioria das divisas emergentes e ligadas a commodities com exceção do rublo russo (+0,75%), do won sul-coreano (+0,31%) e da rupia indiana (+0,07%). O índice DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis moedas de economias desenvolvidas, também está em queda (-0,34%). O movimento é motivado, em secção, pelo otimismo do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sobre a aprovação de um novo pacote de fomento fiscal no País.


[ad_2]
Nascente Notícia -> :Fonte Notícia