Covid-19: pacientes da Região Metropolitana e interno Minas Gerais

[ad_1]

Com a taxa de ocupação de leitos de UTI e de enfermaria para a Covid-19 crescendo em vários municípios de Minas Gerais, muitos pacientes precisam ser transferidos para hospitais em outras cidades de referência, porquê é o caso de Belo Horizonte.

Segundo a prefeitura da capital, de março do ano pretérito até janeiro, 81 cidades do interno solicitaram internação na capital mineira para casos suspeitos da doença.

Cidades enfrentam lotação de leitos na Rede SUS

Cidades enfrentam lotação de leitos na Rede SUS

Das 20 milénio internações em BH, 11% são de pacientes de outros lugares. No mesmo período, foram 3.663 pedidos de internação em UTI, sendo 27% do interno e da região metropolitana.

As principais solicitações de transferência vêm de Sabará (22%), Santa Luzia (15%), Ribeirão das Neves (11%), Pedro Leopoldo (9%) e Vespasiano (7%).

Há problemas de vagas também em outras cidades da região metropolitana. Em Betim, 66 dos 105 leitos de terapia intensiva estão ocupados, 50 deles por moradores da cidade.

Em Escrutinação, 70 dos 100 leitos de UTI são destinados à Covid-19 e 80% deles estão ocupados.

Imagem microscópica de partículas do coronavírus — Foto: NIAID-RML via AP

Nas cidades pequenas a dificuldade aumenta. Raposos, por exemplo, não possui nenhum leito de UTI e conta com a estrutura de Novidade Lima e de Belo Horizonte. Em Novidade Lima, são exclusivamente dez leitos habilitados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Para o diretor da Sociedade Mineira de Terapia Intensiva, Eduardo Sadi, o recebimento de pacientes vindos de outros municípios da Região Metropolitana e do interno justificação transtornos no sistema de saúde da capital mineira.

Segundo ele, geralmente, as pessoas chegam em estados mais graves, o que requer muito mais tempo na terapia intensiva. Até mesmo o transporte pode aumentar a situação, justamente pela precariedade de uma infraestrutura adequada e do deslocamento, que leva em torno de 12 horas.

"Ou por outra, os pacientes de outras cidades podem acarretar o esgotamento dos leitos reservados. O ideal é que tivesse uma capilaridade maior nos polos de tratamento. Outro ponto são os pacientes que aguardam por uma vaga de leitos não Covid-19 para o tratamento de doenças de subida complicação, já que houve uma transformação em torno de 35% dos leitos para Covid", pondera Sadi.

Dessa forma, a capacidade de receber pacientes, tanto do interno quanto de BH, com outras doenças de subida complicação, que precisam ser tratadas com urgência, reduz drasticamente. Isso tudo prejudica quem só consegue tratamento na cidade.

A situação na rede pessoal não é dissemelhante. Na rede suplementar, que inclui hospitais particulares e filantrópicos, o índice de ocupação em UTI está em 77,3%, segundo boletim da prefeitura.

Os vídeos mais vistos no Minas nesta semana


[ad_2]
Manancial Notícia -> :Fonte Notícia