Eleições em BH: Nilmário propõe moeda social para fomentar economia da cidade

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Por Carlos Amaral
09/10/20 - 17h48

O candidato Nilmário Miranda (PT) afirma que o cenário pós-pandemia vai exigir uma visão criativa da prefeitura para resolver questões ligadas ao ocupação e a geração de renda. Segundo o petista, mesmo antes da crise, o país já caminhava para um cenário de precarização do trabalho e também para o aumento de pessoas que já desistiram de buscar um tarefa.

Nilmário defende porquê saída para crise base à economia solidária e criativa, o desenvolvimento de tecnologias e a retomada de serviços anteriormente prestados pela própria prefeitura: “A própria prefeitura fomenta o serviço quando presta um serviço de qualidade para o cidadão. Quando retomarmos a escola integral, por exemplo, vamos ter mais trabalhadores da ensino e vamos possibilitar que mães e pais voltem ao mercado de trabalho,” comentou. Ele também pretende aumentar o número de obras de habitação e infraestrutura, que movimentam a geração de serviço na construção social.

Outra proposta apresentada pelo político é a geração de uma moeda social, que tem porquê objetivo estimular a economia da cidade: “Esse numerário vai remoinhar nos próprios bairros e regionais e não vai poder ser usado em Lagoa Santa ou Santa Luzia, por exemplo. O que pretendemos com isso é que as pessoas consumam mais produtos no seu entorno e fomente cooperativas e ações de economia criativa e solidária da própria comunidade,” afirmou o petista.

Nilmário destacou também que a pandemia pode ter aumentado em até 50 milénio o número de desempregados em BH, além do desenvolvimento da população em situação de rua. Ele diz que para virar o quadro, primeiro é preciso que o Governo Federalista resolva a questão da distribuição de renda, seja com a ininterrupção do Auxílio Emergencial ou de um novo programa: “Se o governo [federal] terminar totalmente com o auxílio, teremos que espremer o orçamento municipal para dar de consumir para as pessoas e fazer uma distribuição de renda correta. Eu sempre defendo a distribuição de renda, no lugar de cestas básicas, por exemplo, porque é a família que sabe qual é a premência daquele moeda,” destacou Miranda.


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