Dólar sobe no dia a R$ 5,49, mas tem 4ª semana de queda

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Jorge Araujo /Fotos Publicas No fechamento da semana mais curta, o dólar terminou cotado em R$ 5,4973, em subida de 0,78% Jorge Araujo /Fotos Publicas

O dólar fechou a sexta-feira, 23, em subida, em um movimento de realização de ganhos, devolvendo secção da queda recente, mas acumulou baixa de 1,6% nos últimos cinco dias. Foi a quarta semana consecutiva de desvalorização na presença de o real, impulsionada pela maior propensão do investidor internacional a tomar risco, por conta das quedas das taxas de retorno dos juros longos americanos, o que tem trazido fluxo de capital extrínseco para o país.

A solução do imbróglio do Orçamento, que já durava quase um mês, também teve peso decisivo na melhora do real e a expectativa nas mesas é que agora a agenda de reformas volte a andejar, embora a preocupação fiscal siga no radar.

No fechamento da semana mais curta, o dólar terminou cotado em R$ 5,4973, em subida de 0,78%. No mercado horizonte, era negociado com lucro de 0,68%, a R$ 5,4880 às 17h30.

Apesar de ter deixado gastos extra teto no orçamento, em nível supra do esperado, o vestimenta de o governo ter encontrado uma solução para a romance envolvendo o texto sem estatuir o estado de calamidade acabou dando qualquer conforto para os mercados, avalia a economista-dirigente da Armor Capital, Andrea Damico, em sua epístola semanal.

No caso do câmbio, a economista destaca ainda o prolongamento das exportações leste mês, ajudado pelas vendas da safra de soja, com superávit mercantil de R$ 3 bilhões até a terceira semana do mês. Pela frente, a perspectiva de fluxo via negócio exterior é boa, por conta da exportação da safra de grãos e minério que acontecem em momento de subida dos preços das commodities.

Para o economista de América Latina da Capital Economics, Nikhil Sanghani, a sanção do orçamento por Bolsonaro traz conforto porque "tira o governo de uma buraco" e resolve a questão "por ora", deixando um envolvente que pode ser positivo para reformas. Por isso, o consolação no câmbio. Mas o orçamento mostra um Congresso propenso a querer mais gastos e o governo ainda teve que trinchar despesas que podem afetar o funcionamento da máquina pública pela frente.

O resultado, observa Sanghani, é que o risco fiscal segue cume no Brasil, e deve continuar tendo efeito nos prêmios de risco, pressionando o câmbio, que deve fechar o ano em R$ 5,75, segundo previsões da consultoria. A Fitch Ratings também elogiou a preservação do teto de gastos pelo governo, mas alertou para a situação fiscal frágil do país, que precisa ser ajustada.


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