Delegado não acredita na participação de policiais em morte de advogado

Advogado trabalhava na área criminalística Record Minas

O chefe do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa da Polícia Civil, Wagner Pinto, disse nesta quinta-feira (24) que não acredita na participação de policiais na morte do advogado executado com tiros de fuzil na Pampulha.

— A investigação vai determinar quem é o autor. No contexto investigativo não surgiu nenhuma suspeição em torno de policiais, sejam civis ou militares, até agora.

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Antes da coletiva de imprensa, representantes da OAB estiveram no Departamento de Investigações para conversar com o chefe do DI. Em entrevista, Pinto afirmou que a polícia segue quatro linhas de investigação, mas ainda não pode dar detalhes. A primeira a ser analisada será sobre os problemas profissionais da vítima.

— Nós já temos alguns problemas que a vítima possuía e estamos analisando se esses problemas podem desencadear o crime.

Jayme Eulálio de Oliveira, de 37 anos, foi assassinado na porta de casa na última terça-feira. Imagens da câmera de segurança do prédio estão sendo analisadas pelo instituto de criminalística. Segundo o delegado, é possível ver apenas duas pessoas que descem de um carro e atiram pelo menos 30 vezes no advogado usando fuzil e pistola .40.

— Efetivamente dois ou mais indivíduos praticaram a ação criminosa.

Até agora seis pessoas já foram ouvidas na delegacia. A Polícia Civil investiga se o roubo de armas que aconteceu em uma companhia da PM em Vespasiano tenha relação com a morte do advogado.

Fonte: R7 - Minas Gerais