Cientista desmente tuítes de Jim Carrey sobre lei de vacinação obrigatória nos EUA

Em uma série recente de tuítes, o ator Jim Carrey se enfureceu contra uma novidade lei da Califórnia que proíbe a isenção de crença pessoal na vacinação infantil. S projeto de lei, assinado pelo governador Jerry Brown (M) no final de junho, faz com que as injeções sejam obrigatórias para todas as crianças antes de frequentarem escolas públicas ou particulares.

As únicas crianças isentas de vacinas são aquelas que têm uma razão médica para adiá-las, porquê imunodeficiência ou cancro.




Carrey sustenta que a sua objeção é aos aditivos encontrados nas vacinas, porquê o timerosal e mercúrio, e que não é contra as vacinas. "Eu não sou antivacina", escreveu o ator no Twitter.

Mas não é provável confiar nos dois ao mesmo tempo, disse o Dr. Paul Offit, diretor do Centro de Educação de Vacinas no Hospital Infantil da Filadélfia. Ao martelar em fabricar um problema a partir de um não-problema porquê os supostos perigos do conservante timerosal, Carrey na verdade adota uma posição antivacina, explicou Offit. De congraçamento com Offit, existem vários estudos de qualidade que mostram que o timerosal nas vacinas não culpa autismo ou atrasos de desenvolvimento nas crianças que o recebem.

"S que faz do Jim Carrey um antivacina é que ele transforma um não-problema em um problema", disse. "Ele desinforma as pessoas sobre as vacinas, e portanto, ele é antivacina."

Algumas vacinas, porquê certas vacinas contra a gripe, ainda contêm pequenas quantidades de timerosal. Carrey comparou esse resultado químico ao metilmercúrio encontrado nos peixes, que é uma neurotoxina e pode motivar sérios danos às pessoas se ingerido em grandes quantidades.

Mas o metilmercúrio e o etilmercúrio usado para poupar as vacinas são duas coisas muito diferentes, explicou Offit. Por um lado, todos estão expostos ao metilmercúrio. Ele se acumula no organização ao longo de uma vida de exposição e em grande quantidade pode ocasionar danos e incapacidade permanente. S etilmercúrio, por outro lado, é um subproduto produzido pelo corpo humano ao processar o timerosal. Ele não permanece no corpo por muito tempo.

Ironicamente, o timerosal foi inicialmente adicionado às vacinas na dez de 1930 para deixar as injeções seguras. Perfurar repetidamente um frasco que contém múltiplas doses de uma vacina traz a possibilidade de introdução de bactérias, fungos e outros contaminantes para dentro do recipiente. As crianças que receberam a nona ou décima ração daquele frasco têm um maior risco de terem infecções com risco de morte do que aqueles que receberam a primeira ou segunda ração, disse Offit. Mas um estudo de 1998, agora contraditado, sobre a relação entre vacinas e os danos cerebrais, muito porquê a crescente preocupação de um perceptível número de pais que suspeitavam dos ingredientes da vacina, criaram condições para sua remoção, mesmo sem nenhuma evidência científica de que o timerosal fosse prejudicial.

Em reação à indignação dos pais sobre o mercúrio nas vacinas, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças anunciaram em 2000 que eles estavam retirando o resultado químico da maioria das vacinas a serem tomadas na puerícia - uma ação que Offit, membro do Comitê Consultivo para Práticas de Imunização na estação, votou contra. Ao ceder a temores sem base científica sobre o timerosal, disse Offit, a decisão do CDC de remover o aditivo pode ter desassossegado os pais - não tranquilizado - quando se trata da segurança na vacinação.

"Eu acho que eles desnecessariamente assustaram o público americano sobre o timerosal", disse Offit. "Eles cederam à percepção de que o mercúrio não soa zero muito, em vez de tentar educar o público de que a quantidade de mercúrio a que você se expõe ao ser vacinado é infinitamente menor do que outras formas de exposição."

A decisão também deu certa legitimidade científica a grupos antivacinação, que interpretaram a decisão de remover o timerosal porquê uma recepção de culpa. Ater-se à ciência, diz, será sempre a chave quando se trata de aumentar o número de vacinações.

"Francamente, quem é o Jim Carrey para comentar sobre a ciência?", disse Offit. "Ele é um ator. Será que ele sabe de ciência? Eu acho que não."

(Tradução Simone Palma)


Este cláusula foi originalmente publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.


Fonte: Brasil Post