CDL-BH doa 100 capacetes Elmo para hospitais da capital e prefeituras

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Equipamentos ajudam no tratamento de pacientes com sintomas respiratórios e serão usados no combate à pandemia de Covid-19

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH) doou 100 capacetes Elmo a hospitais e às prefeituras da capital, de Novidade Lima e Santa Luzia, na região metropolitana. A entrega foi feita na manha desta segunda-feira (19), na sede da CDL.

O equipamento envolve a cabeça do paciente com sintomas respiratórios para fornecer cimo fluxo de oxigênio, reduzindo o risco de agravamento de doenças porquê a Covid-19. 

A CDL distribuiu os aparelhos da seguinte forma:

• Hospital Mário Penna: 10 unidades
• Santa Mansão de BH: 10 unidades
• Hospital São Lucas: 10 unidades
• Hospital Evangélico: 10 unidades
• Hospital da Baleia: 10 unidades
• Hospital São Francisco: 10 unidades
• Prefeitura de Belo Horizonte: 20 unidades
• Prefeitura de Novidade Lima: 10 unidades
• Prefeitura de Santa Luzia: 10 unidades

O presidente da CDL-BH, Marcelo de Souza e Silva, falou porquê os aparelhos vão contribuir para o combate à pandemia. "São equipamentos que vão ajudar bastante no tratamento da Covid-19 em pacientes que não vão precisar ir para a intubação. Temos a certeza que com essa ação estamos ajudando no combate ao vírus que é tão funesto à nossa sociedade".

Saiba mais sobre o cimeira.

O dispositivo foi desenvolvido em conjunto pelo governo do Ceará, com a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), a Universidade Federalista do Ceará (UFC) e a Universidade de Fortaleza (Unifor), com o espeque do Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH) e Esmaltec.

Segundo o governo do Ceará, o equipamento envolve toda a cabeça do paciente e é fixado no pescoço em uma base que veda a passagem de ar. Com a emprego de oxigênio e ar comprimido, o Elmo gera uma pressão positiva (em relação à pressão atmosférica) que ajuda pacientes com dificuldade de oxigenação.

O projeto começou no primeiro semestre do ano pretérito e, no término de outubro, a Dependência Pátrio de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a produção em graduação industrial do equipamento.

Um estudo realizado durante cinco meses apontou que o uso do elmo reduziu em 60% a premência de internações em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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