Apple rebate acusações do Spotify
S Spotify acusou a Apple de usar seu poder sobre a loja App Store para se envolver em práticas comerciais desleais. Agora, o principal jurista da Apple, Bruce Sewell, respondeu nessa sexta-feira (1º) a denúncia através de uma longa epístola, em que a empresa do iPhone diz que está decepcionada com os ataques públicos do Spotify.
"Achamos que é preocupante que você está pedindo isenções às regras que se aplicam a todos os desenvolvedores e está divulgando publicamente rumores e meias-verdades sobre o nosso serviço", escreveu o jurista, em epístola endereçada ao Spotify. A empresa dona do serviço de streaming diz que a Apple abocanha 30% das receitas geradas por assinaturas feitas a partir de dispositivos da Apple.
Com isso, o Spotify passou a incentivar seus usuários a assinarem o serviço a partir de um navegador, em vez de utilizar o próprio aplicativo para isso, o que é contra as políticas da Apple. "Essa particularidade existe somente com o propósito de evitar ter que remunerar para a Apple para o seu uso da App Store", disse o jurista da Apple.
Por isso, a Apple decidiu rejeitar uma atualização que o Spotify queria introduzir no seu software para iOS, julgando que a ura do serviço de streaming é uma clara violação dos termos de contrato. "Eu ficaria feliz em facilitar uma rápida aprovação do seu aplicativo logo que você nos fornecer alguma coisa que é conciliável com as regras da App Store", rebateu Bruce Sewell ao Spotify.
Lançado há oito anos, o serviço de streaming de música ilimitada do Spotify agora enfrenta a concorrência de empresas porquê a Apple, YouTube, do Google, muito porquê de operadores independentes, incluindo o Deezer e o Tidal – do rapper Jay Z. Apesar disso, o serviço sueco continua liderando o mercado com 30 milhões de assinantes.
