Anúncio do namoro de dez ministérios deve transpor nesta quinta-feira
Pressionada pela crise política e econômica, por aliados e correligionários, a presidente Dilma Rousseff deve anunciar nesta quinta-feira uma lanço do pacote de cortes do governo, desta vez, na Esplanada dos Ministérios. Só com a movimentação para o redesenho do novo ministério, a presidente já criou polêmica.
Além do PT e de movimentos sociais reclamarem com a possibilidade da presidente mexer nas pastas sociais, porquê a Secretaria das Mulheres, os peemedebistas se degladiam para invadir mais espaço e outros, porquê o atual ministro da Saúde, Arthur Chioro, que será apeado do função, demonstram insatisfação com as coordenadas do governo.
De congraçamento com o Blog do Camarotti, uma das hipóteses da presidente para trinchar os dez ministérios prometidos é gerar uma super pasta da Cidadania. Nesse caso, ela aglomeraria a Secretaria-Geral da Presidência, a Secretaria de Direitos Humanos, a Secretaria das Mulheres e a Secretaria de Igualdade Racional. Nesse caso, a pasta sob o comando do atual ministro da Secretaria-Geral, Miguel Rossetto.
Também já se falou em albergar algumas dessas pastas dentro do Ministério da Justiça.
S Palácio do Planalto também deve ter uma novidade forma. Com a extinção da Secretaria-Geral, a Casa Civil ganharia poderes administrativos. A Secretaria de Comunicação da Presidência, hoje comandada pelo ministro Edinho Silva, seria acoplada ao Ministério das Comunicações.
Nessa ótica, Edinho assumiria as Comunicações e o atual ministro da pasta, Ricardo Berzoini, voltaria ao Planalto, onde comandou a extinta Secretaria de Relações Institucionais, em 2014. S provável é que o horizonte vizinho da presidente, tenha porquê número dois, o assessor privativo da presidente, Giles Azevedo. Ambos ficariam responsáveis pela fala política.
No rol das fusões, o Ministério do Trabalho e o da Previdência podem se tornar um só, assim porquê a Pesca poderá ser integrada ao Ministério da Agricultura.
Com toda essa combinação, a presidente tem deixado alguns ministros preocupados. S horizonte do PDT, que comanda o Trabalho ainda é incerto, assim porquê o de peemedebistas, porquê Helder Barbalho, da Pesca, Henrique Eduardo Alves, do Turismo, e Eliseu Padilha, da Secretaria de Aviação Civil.
A presidente prometeu ao PMDB da Câmara duas pastas, entre elas o Ministério da Saúde - atualmente nas mãos do petista Chioro - e uma pasta relacionada à infraestrutura. Com isso, a mandatária agrada a bancada do partido na Câmara, mas, por desalojar outros peemedebistas, ela também enfrenta resistências no partido.
Há ainda as pastas que devem perder o status de ministérios, porquê o Gabinete de Segurança Institucional e a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE). Ciente do “rebaixamento” da SAE, o logo comandante da pasta, Mangabeira Unger, pediu exoneração do função na semana passada.
Para fechar essa equação, a presidente passou a quarta-feira (23) no Palácio do Alvorada. Ela se reuniu com o vice-presidente, Michel Temer, e depois recorreu ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao longo do dia, ela recebeu Picciani, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), ex-senador Jader Barbalho e o atual ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves.
Também se encontraram com a presidente o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, o da Secretaria de Comunicação, Edinho Silva, e o encarregado da Secretaria-Geral, Miguel Rossetto.
Entre líderes partidários, a presidente recebeu Carlos Lupi, do PDT, e Rui Falcão, do PT. Novos na fala, Berzoini e Giles acompanharam as negociações.
Fonte: Brasil Post
Além do PT e de movimentos sociais reclamarem com a possibilidade da presidente mexer nas pastas sociais, porquê a Secretaria das Mulheres, os peemedebistas se degladiam para invadir mais espaço e outros, porquê o atual ministro da Saúde, Arthur Chioro, que será apeado do função, demonstram insatisfação com as coordenadas do governo.
De congraçamento com o Blog do Camarotti, uma das hipóteses da presidente para trinchar os dez ministérios prometidos é gerar uma super pasta da Cidadania. Nesse caso, ela aglomeraria a Secretaria-Geral da Presidência, a Secretaria de Direitos Humanos, a Secretaria das Mulheres e a Secretaria de Igualdade Racional. Nesse caso, a pasta sob o comando do atual ministro da Secretaria-Geral, Miguel Rossetto.
Também já se falou em albergar algumas dessas pastas dentro do Ministério da Justiça.
S Palácio do Planalto também deve ter uma novidade forma. Com a extinção da Secretaria-Geral, a Casa Civil ganharia poderes administrativos. A Secretaria de Comunicação da Presidência, hoje comandada pelo ministro Edinho Silva, seria acoplada ao Ministério das Comunicações.
Nessa ótica, Edinho assumiria as Comunicações e o atual ministro da pasta, Ricardo Berzoini, voltaria ao Planalto, onde comandou a extinta Secretaria de Relações Institucionais, em 2014. S provável é que o horizonte vizinho da presidente, tenha porquê número dois, o assessor privativo da presidente, Giles Azevedo. Ambos ficariam responsáveis pela fala política.
No rol das fusões, o Ministério do Trabalho e o da Previdência podem se tornar um só, assim porquê a Pesca poderá ser integrada ao Ministério da Agricultura.
Com toda essa combinação, a presidente tem deixado alguns ministros preocupados. S horizonte do PDT, que comanda o Trabalho ainda é incerto, assim porquê o de peemedebistas, porquê Helder Barbalho, da Pesca, Henrique Eduardo Alves, do Turismo, e Eliseu Padilha, da Secretaria de Aviação Civil.
A presidente prometeu ao PMDB da Câmara duas pastas, entre elas o Ministério da Saúde - atualmente nas mãos do petista Chioro - e uma pasta relacionada à infraestrutura. Com isso, a mandatária agrada a bancada do partido na Câmara, mas, por desalojar outros peemedebistas, ela também enfrenta resistências no partido.
Há ainda as pastas que devem perder o status de ministérios, porquê o Gabinete de Segurança Institucional e a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE). Ciente do “rebaixamento” da SAE, o logo comandante da pasta, Mangabeira Unger, pediu exoneração do função na semana passada.
Para fechar essa equação, a presidente passou a quarta-feira (23) no Palácio do Alvorada. Ela se reuniu com o vice-presidente, Michel Temer, e depois recorreu ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao longo do dia, ela recebeu Picciani, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), ex-senador Jader Barbalho e o atual ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves.
Também se encontraram com a presidente o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, o da Secretaria de Comunicação, Edinho Silva, e o encarregado da Secretaria-Geral, Miguel Rossetto.
Entre líderes partidários, a presidente recebeu Carlos Lupi, do PDT, e Rui Falcão, do PT. Novos na fala, Berzoini e Giles acompanharam as negociações.
SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS:
Fonte: Brasil Post






