Viúva processa Twitter por promover Estado Islâmico

A viúva de um varão morto num ataque terrorista está processando o Twitter por servir porquê uma plataforma de propaganda que tem nutrido o desenvolvimento explosivo do grupo Estado Islâmico (EI). Um processo crédulo no tribunal federalista na cidade do setentrião da Califórnia de Oakland (EUA) na quarta-feira (13) acusa a rede social de fornecer esteio material para terroristas, permitindo ao grupo uso irrestrito do serviço para espalhar sua mensagem, recrutar membros e receptar quantia.
"Este base material tem sido fundamental para a subida do EI e lhe permitiu realizar vários ataques terroristas", argumenta a ação. Entre esses ataques, a ação sustenta, está um na Jordânia em novembro do ano pretérito, que resultou na morte do marido da autora, Lloyd Fields. Ele era um tarefeiro do governo que trabalhava em um meio de treinamento da polícia.
S Twitter disse à AFP na quinta-feira (14) que acreditava que a ação judicial não tinha préstimo. "Como todas as pessoas ao volta do mundo, nós estamos horrorizados com as atrocidades perpetradas pelos grupos extremistas e seus efeitos em cascata na internet", disse um porta-voz do Twitter.
"Ameaças violentas e a promoção do terrorismo não têm lugar no Twitter e, assim porquê outras redes sociais, as nossas regras deixam isso muito evidente", diz. S Twitter tem equipes dedicadas a investigar os relatórios de contas ou mensagens que violem suas regras e trabalha com grupos contra-extremistas ou agências de emprego da lei quando justificado, de negócio com o porta-voz.
A ação pede indenização em moeda não especificada e um julgamento com júri. "Sem o Twitter, a transformação explosiva do EI ao longo dos últimos anos no grupo terrorista temido do mundo não teria sido provável", sustentou a queixa apresentada em nome da viúva.
S Twitter instituiu uma proibição de conteúdos que promovam o terrorismo e excluiu milhares de contas associadas ao EI. Alguns funcionários do Twitter têm sido cândido de ameaças de morte pelo EI pela suspensão das contas. A natureza livre e ensejo do serviço multiúso de mensagens com sede em São Francisco (EUA), no entanto, faz com que seja fácil para as pessoas cujas contas foram fechadas gerar novas contas.
