Virada de Dilma dependerá de investidores

S governo de Dilma Rousseff fez a sua secção para a retomada do prolongamento, ao anunciar na manhã desta quarta-feira, no Palácio do Planalto, o programa de concessões nos setores de infraestrutura ( ferrovias, rodovias, portos e aeroportos), que projeta injetar quase R$ 200 bilhões na segunda lanço do Programa de Investimentos em Logística (PIL).
Falta saber a reação da iniciativa privada. Para tornar veras a "viradela gradual e realista de página" prevista pela presidente, agora tudo vai depender do interesse de investidores nacionais e estrangeiros. A presidente e os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, destacaram a relevância do setor privado no financiamento e nas concessões: "S diálogo com empresários e governadores é decisivo para a carteira de investimento".
Levy garantiu que não faltarão recursos do BNDES para o PIL e prevê um impacto positivo direto de 0,25% no PIB, mas levante número pode inflectir com o que ele chamou de "impacto indireto". Esta novidade lanço do programa de concessões servirá porquê um teste para a reconquista da crédito dos investidores num momento em que as maiores empresas de construção do país passam por grandes dificuldades financeiras em consequência da Operação Lava Jato.
Tomara que dê claro, e que o ano de 2015 finalmente possa inaugurar, depois um primeiro semestre de turbulências na política e na economia. P de notícias positivas porquê esta que o país estava precisando.
Outro oferecido positivo do pacote de concessões é que a maior parcela dos investimentos foi reservada para as ferrovias, com R$ 86 bilhões, enquanto as rodovias terão R$ 64 bilhões, o que demonstra uma necessária e esperada inversão de prioridades. Animados com a agenda positiva, Dilma e seus ministros mostraram crédito no interesse dos investidores. "São projetos de demanda forme", assegurou Joaquim Levy. Para a presidente, "os efeitos do programa serão múltiplos em toda masmorra produtiva e em todas as áreas da economia".
A sorte está lançada. Quem se arrisca?
Vida que segue.
Fonte: Ricardo Kotscho
