Turismo do Giro do Ouro vive cenário desesperador, diz Fabiana Giorgini

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Presidente da Associação do Rotação do Ouro diz que não há levantamento das perdas, mas que pousadas e restaurantes estão fechando pela falta de turistas

Fabiana Giorgini, Presidente da Associação do Giro do Ouro, disse, em entrevista á live do TEMPO, que o cenário em cidades que fazem secção do Rodeio é desesperador, com empresas e restaurantes fechando. Ela ressalta, entretanto, que, porquê as retomada do turismo será por viagens curtas e Minas tem muitos atrativos naturais, a situação pode se virar, caso as linhas de crédito cheguem à ponta. Caso contrário, muitos empreendimentos não aguentarão até o final do ano.  O Rotação do Ouro é constituído por 17 cidades: Barão de Cocais, Bom Jesus do Arrimo, Caeté, Catas Altas, Congonhas, Itabira, Itabirito, Mariana, Novidade Era, Novidade Lima, Ouro Preto, Piranga, Rio Supra, Sabará, Santa Bárbara, São Gonçalo do Rio Aquém e Santa Luzia. Confira trechos da entrevista.

Quais as cidades do Giro estão abertas e quais estão fechadas?  

Cada uma está fazendo seu protocolo. Por exemplo, Novidade LIma está abrindo, Ouro Preto estava um pouquinho mais ocasião do que as outras cidades, recebendo alguns turistas, mas começaram a  aumentar os casos de coronavírus e agora está fazendo uma campanha inversa, para que as pessoas não visitem a região. As cidades que estão abrindo hospedagem seguem protocolos, restaurantes com horários determinados, alguns não podendo vender bebida alcóolica. Cada caso é um caso. Muitas cidades tem Covid, e não podemos tomar as mesmas medidas. Cada uma está com seu protocolo de lhaneza e com seu padrão de segurança.

Porquê estão sendo as negociações para uma provável retomada do turismo nas cidades do Rodeio do Ouro?

As cidades têm autonomia para a buraco. O Rotação não pode interferir nesse processo porque vale o critério de cada uma.  Estudos já foram feitos mostrando que o do perfil do turista será por fazer viagens mais curtas. Poderá aumentar o fluxo de turistas, as cidades devem considerar as posturas para a franqueza. Na veras, as cidades estão reabrindo com processos, preservando fatores de segurança. É desesperador ver empresas fechando, restaurantes fechando.

Porquê está sendo a preparação para o prolongamento de demanda quando estrear a retomada?

Tem o selo do Ministério do turismo para prometer a segurança sanitária do turista. Também o Sebrae está fazendo um trabalho junto com as cidades para capacitação, treinamento, geração de protocolos sanitários para receber o turista da melhor forma, segura, e vamos preparar material para mandar para o tradding, fortalecendo a imagem do Rodeio do Ouro. O turismo é transversal, envolve cultura, meio envolvente, passa por muitas áreas. No início serão viagens curtas, em locais abertos, e Minas tem atrativos naturais. O Rodeio tem feito esse trabalho para constituir esse protocolo de segurança. 

Por que os roteiros turísticos regionais não são fornecidos pelas operadoras?

Realmente, os roteiros não estão formatados dentro das operadoras de turismo. E a retomada  será pelo turismo regional. O Rodeio oferece gastronomia, trilhas, cachoeiras. É um patrimônio cultural belíssimo, pouco explorado pelas operadoras. Falta mesmo as oepradoras acreditarem no potencial dessas cidades, que tem cultura, são aconchegantes, boa gastronomia, próximas da capital mineira. É preciso vender Minas Gerais, turismo é negócio. 

Qual a dificuldade para colocar esses roteitos na prateleira dessas operadoras?

As empresas precisam confiar no nosso potencial, que Minas Gerais não é só ouro, minério, confiar no potencial turístico de região. Já houve conversas com operadoras, foram apresentados esses roteiros. É preciso publicar nosso rodeio de forma a fomentar o fluxo turístico, o negócio. Com a oandemia, as viagens serão curtas e as pessoas vão procurar fazer esses roteiros.

Muitas empresas precisam de entrada ao crédito para manter funcionários, capital de giro, e o quantia não está chegando na ponta. No seu setor do rotação do ouro isso está acontecendo também? Porquê as empresas estão sobreviviendo? Qual a taxa de mortalidade, percebem que alguns empreendimentos não retornarão depois da pandemia?

A maioria das empresas não aguentam até o final do ano. Não temos ainda um levantamento, mas é visível, pousadas e restaurantes estão fechando. Não foi feito ainda um levantamento, mas o cenário que temos é desesperador. Empregabilidade caiu bastante. Esperamos que os recursos cheguem.

Nós temos que aproveitar esse momento. O ministro é mineiro, há muito tempo não temos um ministro do Turismo que é mineiro. Logo, você tem que ir ao Marcelo Álvaro Antônio e exigir mais verbas cá para Minas. Eu não sei se vocês chegaram a ter qualquer contato com ele. Eu sei que, porquê o Estado está quebrado, não tem numerário para funcionalismo e muito menos para o turismo. Hoje o rotação recebe só o ICMS turístico. Quanto é essa verba?  Isso dá para gerir esse rotação? Vocês já tiveram alguma reunião com o governo federalista para falar sobre essa situação do giro turístico de Minas? Que não é só o Giro do Ouro, tem o Rodeio das Águas, o Rotação das Serras Verdes…

Na veras, a gente não vive do ICMS. A gente vive das mensalidades dos associados. As cidades pagam mensalidades e o rotação sobrevive com isso. O ICMS, as cidades que são circuitadas e conseguem responder a todos os critérios do Estado, elas recebem o ICMS. Não é muito também não. É um valor muito plebeu. Eu acredito que o ministério tem tido boas ações, mesmo porque o turismo vinha numa progénie, e veio a pandemia e todo mundo teve que se reinventar, parar e debutar tudo de novo. Logo, esses recursos que a gente sobrevive são recursos dos associados. A situação de Minas é muito complicada, mas, porquê eu disse, se alinhar a gestão pública, a cárcere produtiva e os setores interessados a gente faz o setor de turismo caminhar. A gestão pública só a associação não consegue fazer esses investimentos, precisa ter participação da enxovia, essa simetria entre os setores para que a gente consiga investir mesmo. Logo, eu vi o governador falando que estava aguardando qualquer recurso do governo federalista, mas provavelmente vai fazer o pagamento de salários que estão atrasados. Logo a gente tem que trabalhar com originalidade. O turismo tem essa vantagem de ter o setor privado porquê um parceiro. E aí a gente consegue com muita inventividade fazer alguns projetos, fazer algumas inovações. A gente precisa da participação. 

Muitas dessas cidades estão próximas de grandes mineradoras. Não são só cidades históricas. Eu queria saber se essas mineradoras têm alguma contrapartida para ajudar no desenvolvimento do turismo, alguma contrapartida social ou de responsabilidade ambiental? Queria que você falasse um pouco sobre isso…

A gente teve em 2019 a questão das barragens. O Giro do Ouro vem sofrendo alguns desgastes em relação ao turismo. Primeiro veio a febre amarela, depois problemas com enchentes, e depois barragens e agora a Covid. Quando aconteceu a questão das barragens, o Rotação teve queda de 70% de atendimento de informações, de fevereiro a julho de 2019. Depois, começou a alavancar de novo. Vou dar um exemplo muito pessoal de Novidade Lima e Brumadinho também, por desculpa da tragédia da barragem: hoje a gente tem uma parceria enorme com a Vale. A Vale é uma empresa que tem investido no turismo cá na região. A barragem abriu espaço para a gente conversar e mostrar que o turismo pode caminhar com a mineração.

Veja a live na íntegra:

 

 

 


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