Tsipras pede endosso parlamentar a reformas na Grécia

O primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, durante reunião no Parlamento Europeu, na França (Foto: Dominique Hommel/GUE/NGL)

Em um exposição com tom fortemente pessoal, o primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, disse ao Parlamento do país que negociou tão duro quanto podia com os credores internacionais e admitiu que seu governo cometeu erros nas negociações durante seus quase seis meses procuração.

Falando em uma sessão parlamentar que vai discutir as propostas enviadas ontem aos credores internacionais, Tsipras descreveu os últimos meses porquê uma guerra em que "batalhas difíceis foram travadas e algumas perdidas". "Agora eu tenho a sensação de que já chegamos ao limite. A partir daqui, há um campo minado", afirmou.

Ele acrescentou que não tem o recta de esconder do povo helênico que as medidas que a Grécia deve tomar estão longe de promessas pré-eleitorais do seu partido de esquerda. Mas ele insistiu que a última proposta contém medidas que ajudariam a economia e, se aprovada pelos credores da Grécia durante o final de semana, iria desbloquear uma risco de financiamento suficiente para o país a transpor da sua crise prolongada.

A previsão é de que a sessão parlamentar dure até, pelo menos, às 3h da manhã (hora lugar, 21h de Brasília).

As medidas que serão apreciadas pelos parlamentares gregos incluem aumentos de impostos e cortes de gastos muito semelhantes aos que os gregos rejeitaram em um referendo no domingo pretérito.

S projecto tem porquê destaque as elevações de impostos e simplificações do sistema tributário, que obrigaçãoão gerar receitas anuais equivalentes a 1% do PIB. Além disso, o sistema de pensões será reformado de modo a gerar uma redução de gastos públicos de 1% do PIB em 2016, de conformidade com o Wall Street Journal.

Além de ser votado no parlamento, o projecto será discutido no sábado pelos ministros das Finanças da zona do euro (que formam o Eurogrupo) e no domingo pelos chefes de governo da União Europeia.

Com informações da Associated Press

Fonte: Revista Época Negócios