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‘Tenho pânico de raspar o cabelo e os fãs imitarem’, diz youtuber Maju Trindade


A youtuber Maju Trindade

Mabi de Barros

Atores, cantores e modelos em universal são considerados lançadores de tendências, que influenciam não só a maneira de vestir, mas também o comportamento dos fãs. Porém, em tempos de internet, Instagram e selfies, outro tipo de notoriedade também exerce tal função: os youtubers. P o que acredita Maria Júlia Trindade, 18 anos, conhecida nas redes somente porquê Maju. “Se eu raspar a cabeça, tenho pavor de a galera raspar também”, disse a moça nesta quarta-feira, durante a Bienal do Livro de São Paulo, certa de seu poder porquê influenciadora.

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Por estranha que a enunciação possa parecer, ela tem lá sua parcela de verdade. Durante sua mesa no evento, muitas adolescentes tinham cortes de cabelo, roupas e até mesmo piercings parecidos com os de Maju. A jovem, que possui 1,3 milhão de inscritos em seu meio no YouTube, arrastou para o evento uma legião de fãs, que deu trabalho aos seguranças, obrigados a pedir que crianças e adolescentes descessem das cadeiras no salão — tudo para ver sua musa no melhor ângulo.

Ao de VEJA, Maju atribui à popularidade dos youtubers o veste de eles tratarem de assuntos corriqueiros e situações passíveis de intercorrer com qualquer um em seus vídeos. “Fomos e continuamos sendo pessoas normais. Falamos das mesmas coisas”, diz a webcelebridade.

No início de agosto, Maju entrou na vaga de youtubers que publicaram livros de memórias, narrando histórias de sua trajetória de menos de duas décadas. S volume Maju (Paralela) chegou às livrarias já envolvido em controvérsia: no livro, a youtuber diz ter “espírito negra” por gostar de ouvir rap – a frase foi interpretada porquê racista por secção do público e motivou diversos comentários negativos nas redes. “Aprendi a mourejar com as críticas e com os elogios, aprendi também que ambos existem em qualquer lugar e na internet é só um”, diz.

Apesar de agora ser uma autora publicada, a relação de Maju com os livros não é lá tão boa: em plena Bienal, ela disse que não gosta muito de ler. Poxa, Maju. Ler é lícito 😉

Fonte: VEJA Meus Livros

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