Superstar 2×01: Audições, Parte 1
E aí, queridos planetários! Aqui é o seu querido (ou não) Daniel Melo e estamos de volta com a programação para essa cobertura do Superstar!
Quando o formato do programa chegou ao Brasil, ano pretérito, lembro que pensei que era somente um The Voice para bandas, mas ainda assim, decidi dar uma chance ao até logo inovador formato, até porque desde o nosso saudoso LS Jack (pausa para trovar Carla, Uma Carta, Sem Radar, Amanhã Não se Sabe e outras), o Brasil tem estado muitíssimo carente de bandas de qualidade (de qualquer estilo, aliás!). Lembro que a futura campeã da temporada, Malta se apresentou naquela estreia e já chamou minha atenção, sendo o grande destaque do dia, com o seu estilo rock romântico, que além de muito feito era mercantil até expor chega.
Bem, pretérito 1 ano, vemos que o Superstar realmente revelou uma margem de sucesso. Ainda não sendo um sucesso imenso, acredito que não exista um brasiliano que não tenha ouvido “Diz Pra Mim” ou “Memórias”, o que prova que, haters a secção, Superstar conseguiu emplacar um grupo nas paradas musicais brasileiras (coisa que o seu colega de emissora, The Voice Brasil ainda não conseguiu), e querem saber o porquê? Porque no The Voice, assim porquê na versão americana, o foco são os técnicos e não os candidatos e cá, percebemos uma maior impessoalidade do jurado, que de indumento, atua porquê jurado do que porquê técnico.
Vemos que todos aqueles problemas que ocorreram na estreia do ano pretérito (e é maravilhoso ver o desvelo da produção para emendar esses problemas, vale manifestar), sejam eles, o uso do aplicativo, a eliminação de grupos bons, falta de critérios dos jurados (beijos Ivete, Dinho e Fábio), entre outros, podemos ver que esse ano o programa conseguiu virar todos. E até mesmo criou uma repescagem, teoria que eu achei simplesmente FANTÁSTICA, por já ir corrigindo as cagadas do público desde o início da temporada. Isso é um reality músico de qualidade que respeita os seus candidatos e preza a qualidade músico supra de tudo!
E é esse reverência com o que realmente importa (a música) que culminou nessa estreia maravilhosa da segunda temporada do programa. Temos cá, jurados que estão cientes da sua função e sabem exatamente o que expressar e porquê manifestar sem parecer rude, mas ao mesmo tempo sem deixar de expressar suas críticas (que nós merecemos ouvir, porquê público) quando necessário. Temos apresentadores extremamente carismáticos e a vontade tanto com o público porquê com os técnicos e os próprios candidatos (Fernanda Lima e André Marques estão perfeitamente em sintonia ali). E, por último, mas não menos importante, tivemos excelentes grupos se apresentando cá.
E vou furar um parêntese e também invocar atenção para o trajo do excesso de bandas de rock. Será que essa galera não entende que grupos musicais em universal são aceitos no programa? Cadê o novo Rouge? Ou uma versão decente de Fresno? S pop brasiliano é tão pleno de possibilidades que chega a ser surpreendente a falta de investimento por secção dos artistas. Claro, que o pop internacional domina esse cenário cá e as Anittas da vida fazem sucesso do que deveriam, mas ainda assim, é um indumento a se questionar. E fazendo referência ao glosa intrigante da noite, vindo do Paulo Ricardo, digo: Acredito que seja um bom momento para o mercado do pop.
Bem, vamos aos nossos que estão ranqueados da pior para a melhor apresentação (na minha humilde opinião, as always)
8) Stellabella – S que quiser ser (Autoral) – 36% (Paulo Ricardo votou ‘sim’)
Quando bati o olho no grupo, eu tinha a sensação de que iria render coisa boa, principalmente por em termos de estilo não ser o que todos nós estamos acostumados a ouvir. Mas a verdade é que dentro do que o grupo se propôs a fazer, foi uma apresentação fraca. Os vocais foram limpos, mas sem personalidade, fazendo com que a voz do rosto ficasse naquela região de conforto onde a única coisa que nos é transmitida é preguiça. E isso sem falar, que com todo reverência ao trabalho deles, a música é tão meio qualquer coisa que nem dava pra torcer de verdade para eles. Fiquei simplesmente surpreso com Tiaguinho votando ‘não’ assim, logo de rosto, na primeira apresentação (o primeiro sinal de personalidade dessa novidade bancada, vale expor) e fiquei duplamente surpreso ao perceber que ele disse exatamente o que me passou pela cabeça durante a apresentação deles: Não empolgou. No , Paulo Ricardo também me surpreendeu ao votar ‘sim’ e mesmo achando que ele estava equivocado, porquê não respeitar justificativa de que foi alguma coisa dissemelhante? Também concordo com o roqueiro quando ele diz que eles têm potencial, mas EU acredito que falta consciência músico do que seria esse diferencial deles no mercado. Ou foi só eu que fiquei com a sensação de que eles estão perdidinhos nesse paisagem?
7) Wannabe Jalva – Down The Sea (Autoral) – 71% (Paulo Ricardo e Sandy votaram ‘sim’)
Parte do que foi ditto a Stellabella se aplica cá a Wannabe Jalva. Especialmente no que diz reverência à preguiça tanto vocal quanto performática, nesse caso. Me agrada muito esse estilo rock mútuo, mas acredito que as escolhas melódicas e PRINCIPALMENTE vocais foram na direção errada do que se esperava cá. Mas ainda assim, devo reconhecer o potencial contra-senso que eles têm para o pop rock. Me chamou muito a atenção um glosa de Paulo Ricardo: “Se a música fosse em português, a tela subiria rápido”. Um glosa que me despertou muito a curiosidade e é digno de virar objeto de estudo. Afinal, qual o motivo de o pop internacional (mesmo o ruim) fazer sucesso cá no Brasil? Acredito eu que seja a falta de um concorrente direto músico, e acho que o que Paulo Ricardo quis expor é que o roupa de possuir representantes brasileiros desse estilo, faz com que a primeira vista, um público se afaste. Louco, não? Não sei nem se faz sentido o que falei, mas foi isso que pensei. E , Wannabe Jalva foi a única margem aprovada dessa estreia para a qual eu votei não!
6) Samba Livre – Mande um Sinal (Pixote) – 64% - (TODOS OS TRÊS VOTARAM ‘SIM’)
Por na hora estar com The Voice Brasil na cabeça, confesso que essa apresentação gritou Romero Ribeiro pra mim, mas ao mesmo tempo, teve tudo que o finalista do Team Brown não conseguiu ter em toda a temporada: um mísero momento em que a termo ORIGINALIDADE passasse pelas nossas cabeças. Claro que tivemos vocais bastante imprecisos na primeira metade da apresentação e também faltou força no grave, mas fora isso, esse grupo exalava musicalidade e potencial mercantil (porquê todo grupo de pagode no Brasil), uma vez que todos os ingredientes necessários para um pagode de qualidade estavam lá. Destaco, a tradução na medida feita pelo vocalista cá. Ainda assim, o Brasil contrariou a mim e aos 3 jurados, que todos votamos ‘sim’, e o grupo foi eliminado. Mas o lado bom é que foi cá que pudemos saber um pouco melhor os nossos jurados. Sandy provou ser a jurada fofa cá (estereótipo que tarde ela mesma fez questão de destruir); e Paulo Ricardo pensou a mesma coisa que eu quando disse que eles foram crescendo a medida que a apresentação foi prosseguindo. Já Tiaguinho, foi o destaque quando disse que apesar de possuir uma nítida influência de outros tipos de grupos de sucesso, ainda era provável ver (ou no caso, ouvir) uma originalidade, que estava presente obviamente nas nuances vocais dadas pelo vocalista, mas também nas leves mudanças no emendo. Gostaria que eles tivessem avançado, mas em uma noite fabuloso, eles realmente mereceram ir pra moradia. (Não me entendam mal, não achei eles a coisa original do mundo, mas ninguém pode expressar que eles fizeram um karaokê)
5) Leash – Cantando as Horas (Autoral) – 72% (Sandy e Tiaguinho votaram ‘sim’)
Não importa de que maneira definam o grupo, seja sertanejo ou reggae-pop. NADA, absolutamente NADA vai tirar da minha cabeça a vibe Falamansa que o grupo carrega. Seja esse intentona puxado para o forró, ou a gaita que eu senhor tanto, sinto que de eles me conquistaram, mesmo não sendo grande fã de forró. Achei os vocais exclusivamente ok, zero ou por outra e ainda acho que eles precisam ser lapidados tanto no estilo quanto na música em si, mas por hora, foi do que suficiente para me fazer querer ouvi-los trovar de novo.
Obs: Ainda lutando cá para entender o nome da filarmónica
4) Tianastácia – Cabrobró (Autoral) – 77% (TODOS OS 3 VOTARAM ‘SIM’)

Humildemente assumo cá que eu não conhecia o trabalho de Tianastácia. Por isso, levei um susto quando Paulo Ricardo disse que Tianastácia era uma margem conhecida no Brasil inteiro. Talvez por isso, ou talvez pela motim na plateia, ou por qualquer outro motivo, ainda que eu não esteja totalmente conquistado pelo som deles, não posso negar, que toda a aura envolta deles grita “já ganhou” e quando isso acontece, no final da temporada, provo estar manifesto. Mas se essa sensação de ‘já ganhou’ ficou tão nítida porquê posiciono a filarmónica em quarto lugar nesse ranking? Simples. Achei que o volume da filarmónica estava muito supino e fez o cintilação dos membros da margem desvanecer, assim, porquê a letra das músicas em alguns versos e ou por outra, o grande número de palavras por segundo sendo ditas pelo vocalista me fez ter a sensação de que faltou controle sobre a respiração e ainda, nas partes que os vocais falharam, acredito ser fruto de uma maneira errada de segurar o microfone. No , Tianastácia provou que é bastante competente no que faz e soube animar uma plateia porquê poucos. Como esses problemas são facilmente resolvíveis (sei nem se existe essa termo, mas se não, adoro neologismos), acredito que logo, vamos estar completamente imersos na música desse grupo
Obs: Logo depois a final, fui vasculhar Tianastácia na internet e qual a minha surpresa ao ver que eles não são nem um pouco amadores e já tiveram um relativo sucesso? Mas nesse momento de flopagem, cada um faz o que pode!
3) Vibrações – Ela Partiu (Tim Maia) – 78% (TODOS OS 3 VOTARAM ‘SIM’)
Em nenhuma das outras apresentações (exceto o Trio Sinhá Flor), a brasilidade esteve tão exposta e muito representada quanto cá. Se em cada lanço do programa daqui para frente, tivermos pelo menos uma performance em que esse intensidade de originalidade e emoção seja atingido dessa forma, eu já sairei dessa temporada uma pessoa feliz. Com uma melodia maravilhosa e nuances muitíssimo interessantes, ficou impossível não ser arrastado para dentro do universo criado pelo grupo, que fez a escolha ousada da noite, ao transformar Tim Maia em reggae. Faltou força e firmeza em algumas partes? Sim. Houve buracos vazios na melodia da música? Com certeza. Mas ainda assim, nenhuma das outras apresentações conseguiu me deixar tão impressionado e curioso pelo que vem por aí porquê Vibrações conseguiu.
Obs: Dá pra mudar o nome da margem, produção?
2)Trio Sinhá Flor – Na Puxada de Rede (Trio Forrozão) – 84% (TODOS OS 3 VOTARAM ‘SIM’)
E cá temos as grandes campeãs da noite, se o critério utilizado for as porcentagens. Mas no meu ranking, elas são vice, o que não muito pior não! Desde antes de a música iniciar, eu já achava impossível não simpatizar com as 3 e depois ver essas harmonias absolutamente a prova de falhas e essa voz com um quê de Ju Moraes (sdds Ju Moraes), fica absolutamente impossível de não se animar com essa musicalidade absolutamente gostosa do trio. Mais uma vez, por não me descobrir um grande fã de forró, o vestimenta de elas terem ganhado minha torcida, simplesmente reforça o quão competentes essas 3 foram. E , Sandy disse que as 3 foram corajosas por serem 3 mulheres em grupo cantando e tocando, mas eu digo que a coragem delas reside no vestimenta de elas não terem pavor de expor o que claramente é uma paixão para elas. A coragem reside em não ter susto de se terebrar para o público. Anyway, acho que temos cá um grande nome para o Top 12 dessa temporada!
1) Eletronaipe – Na Rua, Na Chiva, Na Fazenda (Kid Abelha) – 77% (TODOS OS 3 VOTARAM ‘SIM’)
Primeramente, sdds Marquinho Osócio! Segundamente, sdds 1ª temporada do The Voice Brasil. Terceiramente, gente do firmamento, quanto paixão em uma só performance! Amo rock e senhor jazz, e me senti completamente em morada na performance deles! Jesus do firmamento! Simplesmente adorei essa proposta músico e já a abracei. Mas falando um pouco especificamente de Marquinho, ficou muito evidente que ele continua com os vocais suaves de sempre, mas agora com força e muito dinâmico no palco. Não vou mentir, o que me fez gostar deles foi a originalidade da proposta músico deles, o que também foi bastante exaltado por Sandy. E por falar, em Sandy, simplesmente amei essa mulher cobrando material autoral deles, até porque é sempre interessante ouvirmos um pouco novo do que um remake, ainda que esse remake seja extremamente muito pensado e executado (Qual é, gente... Pegar supino tão voz-instrumento e transformar em rock sem perder a suavidade e nem faltar em força não é pra qualquer um!). Por hora, é o grupo que me empolgou nessa estreia com uma folga venerando e assim, entrego a medalha de ouro dessa estreia a Eletronaipe.
Bem, já deu pra perceber que eu praticamente gostei de todos os grupos aprovados! Mas se teve uma mudança muito muito–vinda no programa foi essa história de repescagem, que funcionará assim: A cada dia, serão aprovados exclusivamente 5 grupos musicais, que são aqueles com as maiores pontuações. Os demais grupos que foram aprovados, mas não conseguiram atingir o TOP 5 do dia, irão trovar de novo para o voto do público na quinta semana. E a partir dessa repescagem, as 4 vagas restantes serão preenchidas.

Claramente essa história de repescagem nasceu do indumentária de muitas bandas boas terem ficado de fora da competição cedo no ano pretérito, e qualquer maneira de emendar cagadas feitas tanto pelo público porquê pelos jurados, é muito vinda para mim!
Bem, aquela história de paraninfo/madrinha do grupo (que não serve para muita coisa), continua valendo e até palato do trajo de isso não ser um fator muito grande cá porquê é no The Voice Brasil, por exemplo. Mas vamos lá:
Afilhados de Paulo Ricardo: Tianastácia, Wannabe Jalva
Afilhados de Sandy: Trio Sinhá Flor, Eletronaipe
Afilhados de Tiaguinho: Vibrações, Leash
Antes que eu me esqueça, vamos a melhor frase da semana:
“P muito importante subir na hora I” Brites, Rafa.
Ah, Rafa parece estar perdidinha na sua função no programa, mas ela é tão espontânea que chega a ser hilário acompanha-la nessa jornada de auto-invenção. Sem falar que ela já fez valer a temporada com essa frase aí em cima.
Bem galera, em minha opinião, a segunda temporada do Superstar estreou em grande estilo e veio com a promessa de (mais) uma temporada óptimo. E vocês o que acharam da estreia? Quais os seus favoritos? S que acharam dos nossos jurados? Até semana que vem!
