Só dá Corinthians, que segue firme rumo ao hepta
Nem tem perdão: parece até que o Brasileirão já acabou no primeiro vez, tão superior aos outros times é levante invicto Corinthians de Fabio Carille, que passeia em campo altaneiro rumo ao título de primeiro heptacampeão.
Depois da tranquila vitória contra o Sport no sábado, até o técnico do Timão ficou surpreso com os 82,4% de aproveitamento, supra mesmo aos 71% do seu rabi Tite na conquista do título de 2015.
Mais do que os números e os sucessivos recordes batidos levante ano, é a forma de jogar sempre do mesmo jeito que impressiona, qualquer que seja o time escalado e o opoente.
Compacto na resguardo e com um meio de campo rápido e sem firulas, em poucos toques o time surpreende os adversários nos contra-ataques mortais.
Se por casualidade tudo dá inexacto, tem o Cássio no gol, em grande tempo e com muita sorte, para dar segurança aos outros dez.
Foi-se o tempo do corintiano sofredor. A torcida agora vai a campo para se divertir, na certeza de que a resguardo garante e os gols vão transpor na hora certa.
Ali não tem estrelas em campo nem gênios no comando, quase ninguém sabe o nome do presidente ou do diretor de futebol.
Discreto, o técnico Carrile não fica berrando na cercadura do campo porque cada um já sabe o que tem de fazer.
Para isso, existem os treinos, disputados porquê se fossem um jogo, com a mesma seriedade.
Ainda que aconteça uma tragédia, e o Corinthians perda todos os jogos do segundo vez, o clube não corre o risco de desabar.
P uma situação exatamente inversa à do São Paulo, que continua afundando na soberba do balcão de negócios dos seus dirigentes, caminhando celeremente para o rebaixamento, porquê previ cá ainda na metade do primeiro vez.
Com o Corinthians oito pontos avante do segundo disposto, o Grêmio, e cada vez distante de Santos, Flamengo e Palmeiras, seus concorrentes diretos, tudo indica que as emoções do segundo vez se resumam à disputa por vaga na Libertadores e na luta para evadir do rebaixamento.
Ficou fácil demais.
Vida que segue.
Fonte: Ricardo Kotscho