Sete pessoas são indiciadas por morte de garoto de 15 anos em Santa Luzia

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Jovem foi torturado, espancado e executado depois informações, não comprovadas, que ele teria tentado exagerar de crianças

Sete pessoas foram indiciadas pela morte de um jovem de 15 anos em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte. Ele foi torturado, espancado e executado em seguida informações, não comprovadas, que ele teria tentado desmandar de crianças. Em coletiva, na manhã desta terça-feira (17), a Polícia Social afirmou que 17 vídeos das agressões foram gravados antes que a vítima fosse assassinada.

O delito aconteceu no dia 4 de junho deste ano depois que, na versão dos investigados, o garoto teria cometido atos libidinosos contra crianças do núcleo familiar deles. Os supostos abusos teriam realizado na Vila Aparecida, região de Venda Novidade, na capital mineira. 

"Ficou delicado no curso das investigações que essa vítima sofreu uma primeira agressão no início da tarde do dia 3 de junho, conseguiu se desvencilhar dos agressores, mas, posteriormente, por volta das 22h, ela foi localizada pelos três agressores principais, agredida ainda na Vila Aparecida. O trio não conseguiu autorização da liderança do tráfico lugar para executar a vítima naquela localidade e decidiram transferir com a ela para o bairro Baronesa, em Santa Luzia", explicou a delegada Adriana Rosa. 

Na residência, o garoto foi mantido em cárcere privado durante a madrugada. Já no início da manhã, eles retornaram para a Vila Aparecida. 

Exposto nu na vila

"Lá na vila, eles expuseram essa vítima nua e, nesse momento, ela foi agredida pelos pais de outras crianças. Em seguida, eles trouxeram novamente para o bairro Baronesa, onde efetuaram a realização", detalhou a policial. 

O trajeto entre os dois município foi realizado através de corridas por carros de aplicativo. Para que os motoristas não percebessem que o jovem estava machucado, os criminosos limparam o sangue e deram banhos no jovem. Um desses banhos foi indiferente em uma madrugada de baixa temperatura. 

Atirador ordenou que vítima olhasse para ele no momento dos disparos

O garoto foi baleado 12 vezes, sendo oito tiros na face. Em prova, o varão, de 27 anos, que efetuou os disparos contou ter ordenado que a vítima o olhasse para que os primeiros tiros fossem efetuados.

Segundo a delegada, o jovem tinha moroso mental, que foi confirmado durante as investigações. A vítima foi abandonada pela mãe aos 4 anos, o pai foi assassinado e, com 8 anos, o jovem foi abusado sexualmente por um vizinho. 

"Era equiparado a uma menino. Nitidamente era provável identificar esse delongado mental dele. O que esses autores cometeram contra essa vítima foi uma malignidade. Não passa nem perto de justiça com as próprias mãos", detalhou Adriana Rosa. 

Quem responde por qual transgressão

Três pessoas, um varão, uma parente dele e a namorada do atirador, presa nessa segunda-feira (16), foram indiciados por homicídio duplamente qualificado - por motivo torpe e por recurso que dificultou a resguardo da vítima - por cárcere privado, tortura e por estupro. Durante as sessões de tortura, a vítima foi obrigada a simular sexo verbal com um recipiente de detergente. 

"A que foi presa na data de ontem, namorada do executor, também vai responder por fraude processual por ter adulterado a cena do delito. Uma outra investigada, dona da residência, que ficou comprovado que ela não participou das agressões e não tinha ciência que a lar dela seria utilizada para tal término, foi indiciada também por fraude processual porque limpou o sangue e queimou um colchão no dia seguinte. Três pais foram indiciados por lesão corporal pelas agressões na vila", finalizou a delegada.


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