São Paulo elege mais de mil conselheiros; resultado deve sair nesta noite
iG São Paulo
Eleições para o Conselho Participativo de SP aconteceram nas 32 subprefeituras da cidade neste domingoA população de São Paulo escolheu neste domingo (8) representantes das 32 subprefeituras para o Conselho Participativo, órgão que irá avaliar e propor políticas públicas para cada distrito da cidade. A eleição teve início às 9h e terminou às 17h. A apuração dos votos já foi iniciada e os nomes dos conselheiros eleitos devem ser divulgados ainda hoje.
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Cada eleitor podia votar em até cinco candidatos para compor o conselho de sua subprefeitura. Para votar, era preciso ser maior de 16 anos, portador de título de eleitor e comparecer até o seu posto de votação com um documento oficial com foto.
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O novo órgão será dividido em 96 subconselhos distritais, cada um com no mínimo cinco membros eleitos diretamente, número que pode variar de acordo com a população dos bairros englobados. A proporção é de 1 conselheiro para cada 10 mil habitantes. Os mais de mil conselheiros servirão como representantes da sociedade civil nas subprefeituras, onde atuarão como consultores. A posse dos novos conselheiros será no dia 25 de janeiro, aniversário da cidade.
As eleições tiveram um custo de R$ 7,2 milhões, e foram realizadas em uma parceria entre prefeitura e o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Foram usadas 8.780 urnas, em 271 pontos de votação, supervisionados por 26.340 funcionários.
O Conselho Participativo Municipal é formado exclusivamente por representantes da sociedade civil eleitos pelos moradores de cada distrito da cidade de São Paulo. O tempo de mandato será de 2 anos a partir do primeiro dia útil após a cerimônia de posse, que está prevista para o dia 25 de janeiro do próximo ano.
Os conselheiros serão responsáveis por exercer o controle social e serão consultados no planejamento e fiscalização das ações e gastos públicos nas regiões, oferecendo sugestões de ações e políticas públicas nos territórios. Por se tratar de um colegiado independente, os eleitos terão autonomia para acessar informações públicas, sugerir medidas e contestar atos do poder público nas regiões para as quais forem escolhidos pela população local.
Fonte: Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo