Protestos contra pastor Marco Feliciano ocorrem em várias cidades do País
iG São Paulo
No Rio, 200 pessoas se reuniram para protestar contra a indicação do presidente da Comissão de Direitos Humanos. Também houve manifestação em SP e Salvador

No Rio, protesto contra a indicação do pastor Marco Feliciano ocorreu no calçadão de Copacabana
Foto: Celso Barbosa/Futura Press

Protesto em Copacabana reuniu cerca de 200 pessoas na tarde deste sábado (16)
Foto: Celso Barbosa/Futura Press

A ativista do FEMEN Brasil, Sara Winter durante protesto no Rio
Foto: Fábio Teixeira/Futura Press

Em São Paulo, a manifestação foi na avenida Paulista
Foto: J. Duran Machfee/Futura Press

Manifestantes também se reunirão neste sábado (16)em Salvador. Cartazes diziam "Feliciano não me representa"
Foto: Ulisses Dumas/BA Press/Futura Press

Em Florianópolis (SC), grupo se reuniu próximo da Praça 15, no centro da cidade
Foto: Eduardo Valente/Futura Press
Manifestantes protestaram neste sábado (16) contra a indicação do pastor Marco Feliciano (PSC) para a presidência Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara federal. Representantes de vários grupos de direitos humanos entoaram palavras de ordem em repúdio a declarações racistas e homofóbicas do deputado em várias cidades do País.
Em São Paulo, um grupo de pessoas, a maioria simpatizantes e comunidades GLBT se concentrou na Praça do Ciclista na Avenida Paulista e depois, com faixas e cartazes saiu pela rua da Consolação em direção à praça Roosevelt. Também houve manifestação no Largo da Catedral, em Campinas. Salvador (BA), Florianópolis (SC) também tiveram manifestações.
Pelo menos 200 pessoas participaram de um protesto em Copacabana, no Rio de Janeiro. Os manifestantes também protestaram contra o presidente do Senado, Renan Calheiros.
Durante a manifestação, iniciada às 14 horas e encerrada pouco das 18 horas na orla de Copacabana, uma ativista de um grupo foi atacada por um homem desconhecido, tendo o seio desnudo apertado por ele. "Foi um incidente. Mas rapidamente as pessoas se juntaram para me defender", disse Sara Winter, de 20 anos, organizadora do movimento Femem no Brasil.
(Com informações da Agência Estado)
Fonte: Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo