Protesto de estudantes termina em confronto e depredação em São Paulo
iG São Paulo
Ativistas entraram em confronto com a Polícia Militar em manifestação de apoio aos professores grevistas do Rio
Estudantes da USP organizaram um protesto em apoio aos professores grevistas do RJ
Foto: Gabriela Bilo/Futura Press

Na região do centro, PM e manifestantes entraram em confronto e lixos foram queimados
Foto: Gabriela Bilo/Futura Press

Black Blocs teriam atirado bombas contra PMs que acompanhavam ato
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A PM reagiu e bancos foram depredados na República
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Manifestantes usaram coquetel molotov para responder às bombas da PM
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Estudantes foram revistados após a confusão
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Imagem mostra uma pessoa ferida na confusão em SP
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Manifestantes protestaram no início da noite desta segunda-feira (7), no centro de São Paulo, em apoio aos professores em greve do Rio de Janeiro. Os ativistas entraram em confronto com a Polícia Militar na região da avenida Ipiranga, na República, e o ato terminou com depredação de bancos, lojas e até de uma viatura.
Protesto reúne 20 mil pessoas no centro do Rio de Janeiro. Assista
O ato, organizado por cerca de 100 estudantes da Universidade de São Paulo (USP), começou no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP). A Polícia Militar diz que o grupo se encontrou, posteriormente, com uma outra manifestação que teve início na praça Ramos de Azevedo.
Com a junção, o número de manifestantes chegou a 350. Quando os estudantes estavam próximos à praça da República, um grupo de Black Blocks atirou uma bomba caseira contra PMs que faziam um cordão de isolamento e o confronto começou. Na confusão, outro grupo virou e depredou uma viatura da PM na avenida Rio Branco, antes de seguir depredando o mobiliário urbano sem a presença da polícia
Na avenida Ipiranga, diversos estabelecimentos foram vandalizados, entre eles lanchonetes do Habib's e do McDonald's, além de agências bancárias e lojas. Havia corre-corre e atos de vandalismo por todos os lados. Os Black Blocks destruíram e saquearam lojas. O objetivo dos estudantes era seguir até a Praça da República, onde está localizada a sede da Secretaria Estadual de Educação.
