Presidente das Filipinas reduz estimativa de mortos por passagem de tufão
Reuters
Em entrevista, Benigno Aquino 3º disse que tufão Haiyan teria deixado entre 2 mil e 2,5 mil mortos em vez de 10 mil
O número de mortes provocadas pela passagem de um supertufão nas Filipinas é provavelmente de 2 mil ou 2,5 mil, mas não o total relatado anteriormente de 10 mil, afirmou o presidente do país, Benigno Aquino 3º, em entrevista à CNN nesta terça-feira (12).
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"Dez mil, eu acho, é muito", disse Aquino em entrevista publicada no site da emissora CNN na internet. Ele afirmou que autoridades locais que forneceram essa estimativa podem ter estado muito perto da destruição para dar um número exato. "Houve um drama emocional envolvido nesta estimativa em particular", disse.
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Aquino contou à CNN que o governo ainda está reunindo informações de várias áreas atingidas.
"Esperamos ser capazes de entrar em contato com cerca de 29 municípios que ainda temos que estabelecer seus números, especialmente de desaparecidos, mas até agora 2 mil, cerca de 2,5 mil, é o número que estamos trabalhando em relação às mortes", afirmou.
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Os comentários de Aquino foram feitos no momento em que grupos de ajuda internacional, assim como os EUA e o Reino Unido, trabalham para acelerar os esforços de ajuda, após a passagem na sexta-feira (8) do supertufão Haiyan, um dos mais violentos da história.
Veja imagens da passagem do tufão Haiyan:

Residentes se amontoam para receber tratamento e suprimentos no aeroporto de Tacloban, Filipinas (11/11)
Foto: AP

Residentes se amontoam para receber tratamento e suprimentos no aeroporto de Tacloban, Filipinas (11/11)
Foto: AP

Recém-nascido Bea Joy é carregado enquanto a mãe Emily Ortega, 21 anos, descansa após ter dado à luz em hospital improvisado no aeroporto de Tacloban (11/11)
Foto: AP

Sobreviventes carregam sacos de arroz de um armazém atingido pelo tufão Haiyan em Tacloban, Filipinas (11/11)
Foto: AP

Sobreviventes caminham por entre os destroços provocados pelo tufão Haiyan em Tacloban, Filipinas (11/11)
Foto: AP

Sobreviventes cobrem seus narizes por causa do cheiro da putrefação dos corpos nas ruas após a passagem de um tufão na cidade de Tacloban, Filipinas (11/11)
Foto: AP

Tufão pode ter matado mais de 10 mil nas Filipinas (10/11)
Foto: AP

Morador observa causas danificadas pelo tufão Haiyan em Tacloban, província de Leyte, Filipinas (10/11)
Foto: AP

Casas destruídas em Tacloban, na província de Leyte, Filipinas (10/11)
Foto: AP

Uma casa é atingida pela tempestade trazida pelo poderoso tufão Haiyan na cidade de Legazpi (8/11)
Foto: AP

Funcionários avaliam estrago depois que árvore de Natal gigante foi derrubada por fortes ventos do tufão Haiyan em Cebu, Filipinas (8/11)
Foto: AP

Moradores caminham no litoral em meio a uma tempestade provocada pelo poderoso tufão Haiyan na cidade de Legazpi, Filipinas (8/11)
Foto: AP

Imagem fornecida pela NOAA mostra o tufão Haiyan enquanto atravessa e arrasa Filipinas (8/11)
Foto: AP

Moradores tentam liberar rodovia após ventos do tufão Haiyan derrubarem árvores na província de Cebu, nas Filipinas (8/11)
Foto: AP

Residentes limpam uma estrada depois que árvores foram derrubadas com os ventos do tufão Haiyan que atingiu a província de Cebu, Filipinas (8/11)
Foto: AP
Estimativa: Tufão Haiyan pode ter matado mais de 10 mil nas Filipinas
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Autoridades das Filipinas estão chocadas com a destruição causada pela tempestade, que atingiu a parte central da linha de ilhas e devastou Tacloban, a capital costeira da província de Leyte. Funcionários locais inicialmente disseram temer a morte de 10 mil pessoas.
Fonte: Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo