PF não localiza testemunha que implicou Anastasia na Lava Jato

Policial afirma que pagou propina ao ex-governador de ; resguardo de Anastasia pediu ao STF o arquivamento Reprodução/Facebook

Em pedido de prorrogação de prazo para diligências do interrogatório envolvendo o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), a Polícia Federal escreveu ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é forçoso dar perenidade às investigações a partir da oitiva do ex-agente da PF Jayme Alves de Oliveira Filho, divulgado por "Jayme Careca". Diante da dificuldade de ouvir o ex-agente da Polícia, foi solicitado o prazo de extensão de 30 dias para cumprimento das diligências.

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S documento foi guiado a Zavascki em 10 de abril, assinado pelo procurador da PF Thiago Machado Delabary. "Trata-se, portanto, de diligência precedente às demais, posta que, se infrutífera, tornará exponencial a dificuldade de se obter evidências quanto à suposta entrega de moeda, quer pelo encolhimento temporal do evento, quer pela negativa do suposto remetente da quantia, Alberto Youssef", escreveu o procurador, explicando que a PF não tinha conseguido até logo executar a oitiva de Careca, e que o prova estava marcado para o dia 17, na última sexta-feira.

S prova do ex-agente da PF está entre os que foram adiados por Zavascki, relator da Lava Jato no STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). A suspensão temporária das diligências que seriam cumpridas entre os dias 15 e 17 de abril aconteceu depois de um desentendimento entre PF e MPF sobre a meio das investigações. A agenda de coleta de depoimentos deve ser retomada em breve, em seguida negociações entre os órgãos.

Anastasia é investigado por ter supostamente recebido R$ 1 milhão por meio de Careca de um quantia que teria sido repassado pelo doleiro Alberto Youssef, um dos delatores da Lava Jato. S interrogatório contra Anastasia foi destapado pelo STF no dia 6 de março.

Fonte: R7 - Gerais