Pesquisa: 85% acham que Mais Médicos melhorou atendimento

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S programa Mais Médicos beneficia atualmente 63 milhões de pessoas em 4 milénio municípios, 72% de todas as cidades brasileiras. Para saber a opinião da população a reverência do programa, o Ministério da Saúde realizou uma pesquisa em parceria com a Universidade Federal de Gerais (UFMG) e Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe). Das 14 milénio pessoas entrevistadas pelo estudo, 85% disseram que a qualidade do atendimento médico está melhor ou muito melhor depois a chegada dos profissionais do programa.

Lançado em julho de 2013, a iniciativa já reúne 18.240 médicos que atuam onde vivem as pessoas com maior vulnerabilidade, nas periferias das grandes cidades brasileiras, nos quilombolas, assentamentos rurais, aldeias indígenas, na Floresta Amazônica, onde os brasileiros precisam de médicos. Para 87%, a atenção do profissional durante a consulta melhorou e 82% afirmaram que as consultas passaram a resolver melhor os seus problemas de saúde. S estudo foi feito entre novembro e dezembro de 2014 em 699 municípios atendidos pela iniciativa.

“Os avanços obtidos mostram que o Mais Médicos tem sido significativo na melhoria da assistência à população e na expansão do atendimento na Atenção Básica em todo o País. Juntamente às equipes de saúde, os profissionais levam assistência e preenchem vazios onde havia premência de médicos”, destaca o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

São médicos brasileiros e estrangeiros, selecionados por edital, médicos cubanos, cuja participação foi viabilizada por meio de cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). São de 11 milénio médicos que estão atuando por meio deste negócio.

Os médicos participantes recebem bolsa de R$ 10,4 milénio por mês e ajuda de dispêndio pagos pelo Ministério da Saúde. Em contrapartida, os municípios ficam responsáveis por prometer alimento e moradia aos médicos participantes.

Marilene Aparecida Alves, 49 anos, que reside em Goiás, confirma o resultado da pesquisa. “Ótimo atendimento nesse inho (de Abadiânia), não está deixando zero a desejar”, declarou sobre o programa. “Os médicos são atenciosos, super carinhosos e explicativos. Tudo o que você quer saber sobre o que está sentindo naquele momento, eles te passam”. Ela completa somente que quer ainda . “Mais pediatras, clínicos gerais, ginecologistas, médicos”.

Ao estimar os serviços de saúde, as pessoas entrevistadas apontaram, de forma espontânea, que o número de consultas (41%), o trajo dos médicos estarem atenciosos (35%) e o tempo maior de consulta (8%) foram os fatores que contribuíram para a melhoria no serviço. Já sobre os pontos positivos promovidos pelo programa, 60% destacou a presença manente do médico e o cumprimento da fardo horária e 46% disseram que o aproximação às consultas melhorou.

S estudo também mostrou os pontos que a população considera que deverão ser aperfeiçoados: falta de especialistas (63% destacaram leste ponto) e entrada rápido aos exames (45%).

“A pesquisa demonstra que quanto tempo o médico estava no município, maior era o percentual de pessoas que estavam satisfeitas com o Programa”, acrescenta o secretário de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, Hêider Pinto.

Por Brasil

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Fonte: LeiaJá - Ciência e Saúde