Parados, motoristas de escolar têm dificuldades para remunerar contas e até comida

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Negociação para pagamento das mensalidades do escolar mesmo com a paralisação das aulas nem sempre é fácil, e muitos motoristas viram a própria renda desabar a zero em um mês

Prometer o pagamento das parcelas da mansão própria, do carruagem usado para trabalho ou até mesmo, nos casos mais drásticos, das compras de supermercado para os filhos não tem sido tarefa fácil para muitos motoristas de transporte escolar. Parados desde o mês de março, quando as aulas acabaram suspensas em decorrência da pandemia do coronavírus, muitos profissionais viram a própria renda desabar a zero. Alguns conseguiram negociar com os pais dos estudantes o pagamento de secção da mensalidade combinada no prelúdios do ano, outros, não. Porquê não há previsão para retorno das atividades escolares, muitos já traçam as contas na ponta do lápis e escolhem quais delas conseguirão remunerar no próximo mês.

A situação é tão sátira que nesta segunda-feira (27) um grupo de motoristas participou de uma carreata que partiu da rossio dos Trabalhadores, em Descrição, na região metropolitana, e passou pelas sedes das prefeituras de Enumeração e Belo Horizonte. Os organizadores estimam que murado de 200 dos que prestam serviços de escolar, fretamento e atividades turísticas acompanharam o ato. O objetivo era reclamar contra a pouquidade de medidas dos governos para ajudá-los financeiramente. Entre as reivindicações da categoria estão o pagamento de um auxílio no valor de um salário mínimo, doação de cestas básicas a esses profissionais e suspensão dos planos de financiamento dos veículos.

Apesar de o movimento ter narrado com um número tão significativo de motoristas da categoria, muitos não puderam comparecer por não conseguirem sequer, nesse momento, custear o combustível necessário para participar da carreata. “Nós percebemos um impacto psicológico enorme nos motoristas, as financeiras estão em cima de nós cobrando prestações, ameaçando recolher os carros que usamos para trabalhar. Esse é o único sustento de muitas famílias, é uma pressão psicológica muito grande. Alguns que queriam estar na revelação não vieram porque não estão muito para transpor de lar ou não tem combustível. Outros só conseguiram vir porque a Percentagem dos Transportadores preparou uma vaquinha para ajudá-los a remunerar o combustível”, porquê detalha Valdeir Geraldo Batista.

Espargido pela cognome de “Valdeir do Escolar”, o varão de 52 anos é uma das lideranças do movimento pelos direitos da categoria. Recebidos pelo prefeito Alex de Freitas (sem partido), de Enumeração, os manifestantes pediram que lhes fossem doadas cestas básicas para sobrevivência nesses tempos de paralisação. O pedido foi acatado. Responsável pelo transporte de murado de 60 crianças para escolas na região metropolitana, Valdeir está entre os motoristas que perceberam uma queda brusca em sua renda de uma hora para a outra. “Os transportadores escolares não têm nenhuma renda fixa. Se trabalham, recebem, se não trabalham, não recebem. Os bancos, as instituições financeiras continuam cobrando. É um momento muito difícil”, comenta.

Porquê ele, existem outros motoristas que não sabem porquê se manterão nos próximos meses caso a pandemia de coronavírus perdure por mais tempo em Minas Gerais. É o caso de Natanael José Almeida dos Reis, de 31 anos.  Apesar de ter recebido escora de muitos pais, que concordaram em remunerar secção da mensalidade inicialmente combinada, o motorista não sabe porquê pagará as contas de morada e despesas do coche no próximo mês. 

Pai de uma moça de exclusivamente dois anos e nove meses, ele conta porquê única renda familiar o transporte escolar de crianças de bairros de Santa Luzia, na região metropolitana, para um escola em BH. A esposa, com quem mora, também atua no ramo, o ajudando a prometer a segurança das crianças que são transportadas. “Eu carrego no coche 39 crianças, no totalidade. Alguns pais vão nos remunerar, nós estamos negociando. Os pais que puderem remunerar em dia, mesmo com desconto, eu quero ajudar lá na frente, agradecer por isso. É uma mão estendendo a outra. Mas tem pais que realmente não querem remunerar zero”, comenta.

O maior aperto para ele, que mora de aluguel e ainda precisa quitar o financiamento da van, é não conseguir oferecer o obrigatório à filha. “Minha ‘pequetitinha’ vira para mim e fala: ‘Papai, quero iogurte’, porquê se diz, ela não tem muita noção do que a gente está passando. Para a gente que é pai, é realmente dolorido. Você vê que estão faltando as coisas dentro de moradia e não tem de onde tirar”, conta. A família conseguiu remunerar todas as contas do mês de abril, mas não sabe se poderá repetir o feito em maio. “Eu conversei com o possessor do barracão onde moramos e deu para dar uma segurada. A minha prioridade hoje é alimento em lar, as contas infelizmente vão ter que esperar”, completa.

Sem opções

O transporte de crianças para escolas é a única manadeira de renda para muitos motoristas. Outros, porquê opção para complementar, costumam realizar fretes ou excursões em cidades do interno. Mas, desde o emergência dos primeiros casos da Covid-19 em Minas Gerais, esse tipo de trabalho tornou-se cada vez mais escasso, e agora já não há quem contrate os motoristas para fretes ou viagens. “O coche é minha única nascente de renda. Trabalho com escolar e faço fretes aos fins de semana, só que com a pandemia parou tudo. O escolar está parado e não tem porquê fazer frete porque gera aglomeração de gente. Isso me deixou sem lucro nenhum, sem recurso nenhum”, explica Natanael.

A situação dele é bastante parecida com a de Vinícius Mendes de 29 anos. Motorista de escolar há quatro anos, ele não tem outras opções e não sabe porquê se manterá financeiramente nos próximos meses. “A maioria dos motoristas não tem outra opção. São poucos os que têm, por exemplo, um coche na garagem para poder rodar com aplicativo. Eu não tenho, não dá para ter porque a van já é muito face, gira em torno de R$ 70 milénio ou R$ 80 milénio para comprar uma mais velha. Logo quem tem van, dificilmente consegue ter coche. A gente opta por comprar uma van mais novidade ao invés de ter carruagem pessoal, porque ela é o nosso ganha-pão”, conta ele que é pai de duas crianças pequenas, uma de seis anos e a outra de exclusivamente um ano e dois meses.

Com o veículo próprio quitado, Vinícius está preocupado em porquê se desdobrará para remunerar a parcela de seu imóvel caso as aulas continuem suspensas por muito tempo. A parcela da lar lhe custa pouco mais de R$ 2.000. e fora esse gasto fixo precisa quitar outras despesas básicas porquê chuva, virilidade elétrica e gás. “O que eu ganhei esse mês não deu pra remunerar nem metade do que eu tinha que remunerar. Eu carrego murado de 45 pessoas no meu carruagem, 30 crianças para escolas de manhã e de tarde, e a noite alguns adultos para uma faculdade em Narração. Desse totalidade, só 30% dos responsáveis quiseram negociar e estão pagando a metade da mensalidade. Acaba que, com isso, não consigo me manter”, conta.

Escora

A motorista Zaira Estefânia Salatião, de 44 anos, trabalha com transporte escolar há murado de duas décadas. Ela está entre o seleto grupo de profissionais que contam com espeque de pais e responsáveis para conseguir remunerar as contas. “Toda minha renda é do transporte escolar, tenho dois filhos adolescentes. Logo que começou a pandemia, entrei em contato com os pais dos alunos, e foi muito tranquilo, alguns contratam meu serviço há muitos anos. Minha situação não é das piores, mas alguns amigos têm encarado dificuldades maiores. Muitos têm prestações para remunerar, despesas pessoais…”, lamenta. 

Proprietária de dois ônibus, ela é responsável pelo transporte de muro de 80 crianças para uma escola pessoal de Belo Horizonte. Vivendo dias mais tranquilos que outros colegas, ela integra um grupo de motoristas unidos para prestar pedestal àqueles com problemas financeiros. “Nós estamos fazendo vaquinhas para ajudar os nossos amigos transportadores escolares, juntando para cesta básica, para conseguirmos contribuir”, comenta.

Auxílio financeiro

Com a suspensão por tempo indeterminado das aulas, o Procon-MG publicou na semana passada (quarta-feira, 22) uma nota técnica para orientar porquê motoristas e famílias podem negociar o pagamento das mensalidades. O órgão indica que o ideal é uma redução no valor das mensalidades, mas não o golpe completo do pagamento. Porém, muitas famílias pararam de remunerar aos motoristas. Alguns, inclusive, tentaram pedir o auxílio emergencial do governo brasiliano, mas não conseguiram receber a quantia de R$ 600. “Nós tentamos acordos com os pais, mas a maioria não aceitou. Acho que murado de 5% dos pais é que estão acatando. A situação é muito difícil e o auxílio emergencial não contempla a categoria dos motoristas. A renda foi a zero”, explica Valdeir, que é presidente da Percentagem de Transportadores Escolares de Escrutinação.

A revelação organizada pelo movimento nesta segunda-feira (27) já começou a render frutos: segundo os líderes dos transportadores, o prefeito Alex de Freitas (sem partido) acatou o pedido de partilhar cestas básicas para a categoria, assim porquê permitiu que o ano de validade do veículo para circulação na cidade fosse esticado em 2020. O quadro também é favorável em Belo Horizonte, onde a BHTrans informou que serão distribuídas 1.770 cestas básicas a motoristas do transporte escolar. Segundo o órgão de trânsito da capital mineira, outro favor à categoria será a prorrogação do prazo de vencimento do Registro do Condutor (RC) e da Autorização de Tráfico (AT), em caráter fabuloso, até 29 de maio.


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