S sorriso das preguiças da Costa Rica

[caption id="attachment_594110" align="aligncenter" width="640"] Divulgação[/caption] Na Costa Rica as preguiças órfãs têm uma novidade oportunidade para retornar à natureza, com a ajuda do Instituto das Preguiças da Costa Rica. Sam Trull, zoóloga especializada em conservação de primatas, foi para a Costa Rica trabalhar com macacos-aranha, mas rapidamente percebeu que as preguiças eram o bicho endógeno que precisava de pedestal. Foi para dar resposta aos problemas desses animais que em agosto de 2014 a conservacionista co-fundou o Instituto das Preguiças da Costa Rica. [caption id="attachment_594112" align="aligncenter" width="640"] Divulgação[/caption] S instituto tem porquê principal preocupação a geração e reintegração na natureza de preguiças órfãs, mas também aprofundar os conhecimentos que existem sobre os animais, assim porquê educar as populações no que respeita à sua conservação. Sam Trull dedica-se a gerar pessoalmente preguiças bebês que ficaram órfãs ou se perderam dos progenitores, e a devolvê-las ao selvagem depois de adultas. Explica, em entrevista ao Manhattan Book Review, que havia muito pouca informação sobre porquê fazer levante trabalho com preguiças: "tem sido um duelo jocoso deslindar porquê estimular os seus comportamentos selvagens instintivos, ao mesmo tempo que as mantemos felizes e saudáveis. Não são exclusivamente montes de pelo preguiçosos, são muito curiosas e ativas". A morfologia e ecologia específicas das preguiças tornam-nas muito sensíveis à presença humana: porquê dependem de uma rede criada pelas copas das árvores para se deslocarem, basta o abate de uma árvore para interromper um trajectória, obrigando os animais a descer ao pavimento, onde ficam muito vulneráveis a cães e outros animais e perigos. [caption id="attachment_594115" align="aligncenter" width="640"] Divulgação[/caption] Outra preocupação da conservacionista são as ideias erradas que existem na cultura popular sobre as preguiças: "as pessoas pensam que as preguiças são burras, e que lhes podemos gritar porque não se assustam", quando na verdade são animais muito sensíveis ao stress, que afeta facilmente o seu sistema imunitário. "As pessoas partilham nas redes sociais vídeos de preguiças bebes a chamarem pelas progenitoras" porque acham piada, sem perceber que o bicho está aterrorizado, e tiram fotografias com elas quando visitam os países em que existem preguiças, encorajando os locais a raptarem animais do estado selvagem para lucrar com isso. Para desmistificar estas e outras ideias, Sam Trull publicou recentemente o livro "Slothlove", onde conta a história de cinco preguiças que foram recuperadas no Instituto. [caption id="attachment_594116" align="aligncenter" width="640"] Divulgação[/caption] Quanto ao sorriso das preguiças, Sam Trull explica: "S "sorriso" é permanente", elas não possuem músculos faciais que lhes permitam mudar isso". Olhando para as fotos tiradas por Sam no Instituto das Preguiças da Costa Rica, estas preguiças também não teriam grande motivo para não sorrir. [caption id="attachment_594118" align="aligncenter" width="640"] Divulgação[/caption] *Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em reverência a nossos leitores. Fonte: TSF Fonte: R7 - Mulher