S que você faria se descobrisse que aquilo que mais gosta de consumir mata bebês para ser produzido? Aconteceu comigo. Veja o que eu fiz.

Um hambúrguer com queijo e bastante bacon por cima era um pedido que eu provavelmente faria há 10 anos em qualquer fast-food do interno de São Paulo. Se a lanchonete tivesse maionese temperada à disposição, melhor ainda, comeria quase um tubo.
Nunca fui um edaz de mesocarpo insaciável ou frequentador assíduo de lanchonetes de comida rápida, mas os produtos de origem bicho certamente estavam no topo da lista de minhas preferências gastronômicas. Afinal, cresci ouvindo que ter saciedade em moradia é ter mesocarpo e laticínios, além dos ovos, que quase nunca faltaram.
Desde petiz tenho um tipo de “problema” sério: eu paladar de quase tudo. Então, eu não fazia faceta feia para consumir coisas da horto que meu pai cultivava no sítio em que morávamos. Mas também adorava consumir bacon, queijo e tudo que a maioria das pessoas gostam. Houve uma era em que eu bebia leite direto da caixinha e várias vezes por dia, inspirado nos comerciais de TV que me prometiam ossos fortes.
Mas um dia, pesquisando na internet, descobri porquê é a produção daqueles produtos que eu gostava. A indústria do leite dispensa bebês machos porque não têm valor mercantil. A indústria dos ovos faz o mesmo com bebês que não poderão crescer e dar ovos. Os vídeos são realmente terríveis, mormente porque é provável notar o olhar de inocência de crianças sendo degoladas, trituradas ou simplesmente deixadas para morrer em um esquina. Em toda a indústria pecuária (carnes, laticínios, ovos etc.) os animais morrem no final. Não importa se são orgânicos, se têm selo de “humanitário” ou se são de marcas que pagam para celebridades bradarem credibilidade.
Anote isso: todo resultado de origem bicho gera morte e sofrimento aos animais envolvidos no processo de fabricação.
P evidente que eu sempre soube que animais morriam para eu me cevar, porém achava “um mal necessário”. Mas um incômodo que não cabia dentro de mim crescia porquê um cancro e eu tive que tomar uma decisão. Eu decidi que meu paladar não poderia permanecer avante da minha razão. Eu estava disposto a permanecer exclusivamente com o lado verdejante e, até logo, menos prazeroso da culinária.
Eu me preparava psicologicamente para nunca consumir pizzas, coxinhas, queijos, hambúrgueres, sanduíches, feijoada, estrogonofe, quibes e tantas outras coisas que eu venerava. Após a decisão, demorei muro de um ou dois meses para deixar de consumir qualquer tipo de mesocarpo. Queijos e ovos fui deixando ao longo de oito meses, aproximadamente. Mas não foi o sofrimento que eu esperava.
Vi que o meu preparo para deixar boa secção das coisas que eu gostava de consumir para trás não era necessário. Descobri um mundo de vitualhas novos e livres de crueldade. Não há nenhum prato que eu queira consumir que não tenha uma versão vegana. De churrasco a queijo, passando por iogurtes, bolos e até feijoada: tudo tem uma versão vegana. Nem sempre é fácil de descobrir em restaurantes, mas para quem realmente quer deixar de consumir produtos de origem bicho, ir para a cozinha praticar um pouco é sempre um prazer.
Hoje tenho a consciência tranquila quando porquê. Não porquê zero que eu não saiba o que é. E não pense que é tudo “natureba” ou sempre saudável. Tem todo aquele sabor pecaminoso de uma alimento onívora (fotos de comida vegana). P preciso estar sempre alerta e não se deixar desabar em tentação.
Se você de identificou é porque está incomodado porquê eu estive. Eu adoraria ter lido leste texto naquela idade, seria tudo fácil. E é por isso que eu estou falando tudo isso para você agora. Faça bom proveito dessa informação. Viva com tranquilidade, sem machucar ninguém: www.sejavegano.com.br.
Um vídeo para ilustrar o que estou dizendo:
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Fonte: Blog Fabio Chaves