O que startups brasileiras têm a aprender com estudantes do MIT – Era Negócios

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Fundadores de startups trocam ideias com estudantes do MIT (Foto: Editora Mundo)

Receber uma consultoria do MIT é um privilégio para qualquer empresa brasileira. Para startups em período de incremento, o intercâmbio cultural pode ser ainda mais rico. Em 2019, quatro startups tiveram essa “sorte grande”. O projeto é fruto de uma parceria com o G-LAB (Global Entrepreneurship Laboratory), do programa de MBA da MIT Sloan School of Management, que “cedeu” estudantes de sua turma para entrar em contato direto com startups brasileiras. As startups selecionadas foram Cortex, Dito, Involves e Trocafone, com base em seus modelos de negócios e potencial de incremento.

O programa teve duração de quatro meses, chegando ao seu término em janeiro de 2020. O último passo foi trazer os estudantes ao Brasil para atuar dentro das empresas por quatro semanas. Três delas se reuniram na manhã desta quarta-feira (22/01) com seus “consultores” do MIT para discutir o trabalho realizado. O evento, realizado na Morada Oracle, em São Paulo, contou com a presença do filipino Michael Joseph Reyes, que trabalhou em parceria com a Dito; do setentrião-americano Kevin Cheung, que esteve com a Cortex; e da chinesa Zona Liu, que atuou ao lado da startup Involves.

Para os fundadores brasileiros, a troca foi rica, principalmente em dois aspectos: expansão internacional dos negócios e perspectiva externa sobre a empresa. “Quando você está dentro da operação, seu olhar fica enviesado. Ter uma visão de fora, e ainda mais vinda do MIT, é revigorante”, diz Daniel Pires, fundador da Cortex. Para Pedro Ivo, cofundador da Dito, a troca com o filipino Michael foi mais objetiva. “Em vez de dar a ele uma missão altamente complexa, pedi para que nos ajudasse em questões especificas, porquê a expansão para os Estados Unidos. Quero contratá-lo”, diz.

Pedro Galopini, da Involves, fez um trabalho similar com a estudante chinesa, que já tinha experiência em startups da China e dos Estados Unidos. “Porquê ela conhece o mercado setentrião-americano melhor que nós, foi responsável por averiguar produtos com potencial de internacionalização”, diz o empresário.

Pires, da Cortex, apontou outra vantagem do programa: a redução de gastos. Para o empreendedor, descrever com a ajuda de Kevin Cheung para falar de mercado extrínseco foi forçoso. “Em vez de alocar secção da equipe para fazer essa pesquisa, eu tive um ativo ainda mais valioso, dentro dos Estados Unidos, fazendo o trabalho”, afirma. Para o estudante, a experiência foi produtiva. “Desde o primeiro dia, eu me senti secção da empresa. Foi muito recreativo”, diz.

Sobre desafios culturais, os estudantes estrangeiros ficaram positivamente surpresos. Para eles, o português foi o maior duelo. Ou por outra, não passaram por nenhum tipo de situação desafiadora. “A cultura do empreendedorismo é parecida em muitos lugares do mundo. Assim porquê nos Estados Unidos, trabalha-se muito cá também. Recebi muitos e-mails de madrugada”, diz Kevin Cheung. Para Zona Liu, a experiência foi valiosa. “É muito legítimo ver a teoria aplicada em um negócio de verdade.”

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